Mudanças no saque-rescisão do FGTS não afetarão orçamento habitacional, afirma Presidente da Caixa

Essa mudança tem gerado expectativas e discussões em torno de seu efeito sobre os recursos do fundo.

Crédito: Luis Macedo/Câmara dos Deputados/Reprodução

O presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Vieira, reafirmou em declarações feitas nesta quarta-feira que as alterações projetadas pelo governo nas normas relativas ao saque-rescisão do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) não terão impacto no orçamento destinado à habitação.

A proposta do governo visa permitir que trabalhadores demitidos que optaram pelo saque-aniversário acessem o saldo restante em suas contas do FGTS, uma prática que atualmente não é permitida. Essa mudança tem gerado expectativas e discussões em torno de seu efeito sobre os recursos do fundo.

Carlos Vieira esclareceu que os valores vinculados a essa nova possibilidade de saque já estavam previamente provisionados. Ele destacou que, sob a ótica contábil, esses recursos não seriam alocados para financiar programas habitacionais, conforme reportagens veiculadas pelos jornais Valor Econômico e O Globo.

Essa iniciativa visa oferecer maior flexibilidade aos trabalhadores, especialmente em momentos de demissão, sem comprometer a solidez financeira dos projetos habitacionais apoiados pelo FGTS.

  • Publicado: 29/01/2026
  • Alterado: 29/01/2026
  • Autor: 26/02/2025
  • Fonte: FERVER