Mpox: Região de Campinas confirma 5 casos
Casos de mpox avançam no interior paulista e exigem reforço na prevenção
- Publicado: 29/01/2026
- Alterado: 25/02/2026
- Autor: Redação
- Fonte: FERVER
A Secretaria Estadual de Saúde confirmou nesta terça-feira que a região de Campinas, composta por 42 municípios, registrou cinco casos de mpox. Em todo o estado de São Paulo, o balanço atualizado contabiliza 51 diagnósticos positivos, sem nenhuma ocorrência de óbito até o momento. Entre os registros regionais, destaca-se o caso de um homem de 35 anos, residente em Campinas, que manifestou os primeiros sintomas no início de janeiro. Após receber atendimento na rede privada e cumprir o período de isolamento e tratamento, o paciente evoluiu para a cura completa.
Embora a Organização Mundial da Saúde mantenha a avaliação de risco global inalterada, o cenário exige atenção devido à detecção de uma nova variante no Reino Unido e na Índia, o que sugere uma circulação viral mais ampla do que a documentada anteriormente. A mpox é classificada como uma zoonose viral, sendo transmitida tanto entre humanos quanto no contato com animais infectados. Diferente do que o nome antigo sugeria, o vírus não é exclusivo de primatas e pode ser encontrado em roedores e até em animais domésticos, motivo pelo qual a nomenclatura foi alterada para evitar estigmas e desinformação.
Prevenção à mpox

O contágio ocorre principalmente pelo contato direto com fluidos corporais, lesões na pele ou objetos contaminados. Os sinais mais comuns da infecção incluem dores de cabeça, inchaço nos gânglios e o surgimento de erupções cutâneas características. Para conter a propagação da doença e garantir a segurança coletiva, as autoridades sanitárias reforçam a importância de manter a higiene rigorosa das mãos, evitar o compartilhamento de itens de uso pessoal e não tocar em feridas ou lesões de indivíduos com suspeita da enfermidade.