Mogi das Cruzes avança em ações de atendimento humanizado para crianças com TEA

Uma das principais medidas adotadas consiste na utilização de pulseiras coloridas durante a triagem de classificação de risco

Crédito: PMMC

A Prefeitura de Mogi das Cruzes, através da Secretaria Municipal de Saúde e Bem-Estar, está intensificando suas iniciativas voltadas para o atendimento humanizado de crianças diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) na rede pública de saúde.

Essas ações são parte de um plano abrangente implementado pela administração municipal, que visa assegurar um atendimento inclusivo e acessível, priorizando o acolhimento e o respeito à diversidade.

Uma das principais medidas adotadas consiste na utilização de pulseiras coloridas durante a triagem de classificação de risco. Essa abordagem permite a identificação imediata de pacientes com TEA nos serviços de urgência e emergência, incluindo o Pró-Criança, localizado no Mogilar, bem como no Pronto Atendimento Infantil do Hospital Municipal em Braz Cubas, e nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do Rodeio, Oropó e Jundiapeba.

O objetivo é aumentar a agilidade e a sensibilidade no atendimento, levando em consideração as particularidades sensoriais e comportamentais dos indivíduos com TEA, ao mesmo tempo que melhora a organização do fluxo de atendimento, garantindo um ambiente mais acolhedor.

No Hospital Municipal de Mogi das Cruzes, inovações também estão sendo implementadas. Luminárias que projetam desenhos no teto e nas paredes das salas destinadas a exames por imagem foram instaladas. Essa iluminação cênica cria um ambiente lúdico e acolhedor, especialmente projetado para atender o público infantil. Essa estratégia tem se mostrado eficaz em acalmar crianças durante procedimentos como raio-X e tomografia, beneficiando inclusive aquelas com TEA.

A secretária municipal de Saúde e Bem-Estar, Rebeca Barufi, ressaltou a importância dessas ações para reafirmar o compromisso da cidade com a humanização dos serviços de saúde e inclusão social. “Oferecer um acolhimento respeitoso e personalizado é fundamental no cuidado com as crianças, especialmente aquelas que apresentam TEA. Pequenas alterações no ambiente e no fluxo de atendimento podem impactar significativamente a experiência desses pacientes e suas famílias”, afirmou.

  • Publicado: 29/01/2026
  • Alterado: 29/01/2026
  • Autor: 22/07/2025
  • Fonte: FERVER