Ministério da Economia estuda reduzir impostos de empresas, anuncia Bolsonaro
Objetivo é gerar competitividade interna, empregos, barateamento do produto e competitividade também no exterior. Outro ponto essencial é fazer a economia informal pagar impostos
- Publicado: 29/01/2026
- Alterado: 30/03/2019
- Autor: Redação
- Fonte: PMSA
O Ministério da Economia estuda reduzir impostos de empresas a fim de impulsionar a economia brasileira, nos moldes dos Estados Unidos, informou pelo Twitter o presidente Jair Bolsonaro. O objetivo, segundo ele, é gerar competitividade interna, empregos, barateamento do produto e competitividade também no exterior, “a exemplo de @realDonaldTrump, nos EUA.”
Bolsonaro explica que a ideia seria a troca pela cobrança de Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) sobre os dividendos. De acordo com o presidente, desde 1995, o País não cobra IR sobre a parcela do lucro distribuída aos acionistas de uma companhia, na contramão da prática internacional.
“Atualmente, as empresas do Brasil que lucram mais de R$ 20 mil por mês pagam 25% de IRPJ e 9% Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), totalizando 34%”, escreveu.
O presidente viaja neste sábado para Israel. Ontem, o porta-voz da Presidência da República, general Otávio Santana do Rêgo Barros disse que Bolsonaro deverá discutir e assinar acordos em diversas áreas como defesa, saúde, serviços aéreos e educação.
“Buscaremos acordos concretos nas áreas de ciência, tecnologia, defesa, entre outras. Ótimas expectativas! Israel é uma nação amiga e juntos temos muito a somar”, disse ontem também pelo twitter Bolsonaro.
REFORMA TRIBUTÁRIA QUER COBRAR IMPOSTOS DA ECONOMIA INFORMAL
Para o secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, “outro ponto essencial” da proposta de reforma tributária que está sendo preparada pelo governo “é fazer a economia informal pagar impostos”.
Em postagem feita nas suas redes sociais, o secretário afirma que “entre informalidade e sonegação, a base tributária pode aumentar mais de 30%”. “Assim, quem paga impostos demais hoje, vai poder pagar menos”, avalia Cintra.