Mauá comemora o dia da Declaração Universal dos Direitos Humanos
O evento aconteceu nesta terça-feira (10), com o tema Fortalecendo a rede de cuidados na cidade de Mauá. A intenção é desenvolver ações intersetoriais
- Publicado: 29/01/2026
- Alterado: 10/12/2013
- Autor: Redação
- Fonte: FERVER
Com objetivo de sensibilizar e estimular as equipes de saúde para o cuidado às pessoas em situação de violência e possibilitar a percepção e reflexão sobre as diversas formas de violência, assim como a promoção da cultura de paz, a secretaria de Saúde realizou o IV Seminário de Prevenção às Violências.
Paralelamente ao Seminário também aconteceu a I Mostra Audiovisual de Prevenção às Violências e Cultura da Paz, onde os trabalhadores da saúde puderam trabalhar o tema em linguagens diversas. Foram inscritos 23 trabalhos entre vídeo, música, teatro, fotografia e charge. As apresentações aconteceram nos intervalos dos debates demonstrando muito talento e criatividade dos funcionários da saúde. Para o próximo ano a Mostra deverá se estender para mais secretarias.
“Vamos debater o assunto a cada dia, seja no espaço social, familiar ou profissional para que a gente possa ter a paz para uma vida melhor. Nosso governo vai radicalizar na defesa da questão da cultura de paz para concretizar as ações que desejamos em nossa gestão,” afirmou o prefeito Donisete Braga.
“Este seminário vai nos ajudar na reflexão sobre o esforço coletivo que temos de fazer todos os dias, pela cultura de paz e no enfrentamento das várias formas de violência que são perniciosas à sociedade,” declarou a secretária de saúde Lumena Furtado. “Vamos pensar estratégias de cuidado que ajudem a respeitar a diversidade, fazer vínculos e oferecer um atendimento mais humanizado,” completou Lumena.
A data do evento foi definida levando em consideração que 10 de dezembro é o dia em que a Declaração dos Direitos Humanos foi adotada pela ONU, há 65 anos. O psicólogo Aristeu Bertelli da Silva, da secretaria municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo, foi convidado para falar sobre o tema.
“Para pensarmos estratégias temos de parar, ponderar, compreender o que está acontecendo na comunidade. Entender as culturas, convívios e fluxos do local,” afirmou Aristeu. “São necessárias ações intersetoriais, pois onde a sociedade não atua, outros grupos vão ocupar,” alertou o psicólogo.