Marinho empossa membros do Conselho Municipal do Orçamento
Composto por representantes da sociedade civil e do governo, cabe ao grupo definir demandas que serão incorporadas à peça orçamentária de 2015
- Publicado: 29/01/2026
- Alterado: 10/06/2014
- Autor: Redação
- Fonte: FERVER
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O prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho, empossou na noite de segunda-feira (7), no Teatro Cacilda Becker, os 20 conselheiros titulares e 20 suplentes eleitos durante as plenárias deliberativas do Orçamento Participativo (OP) 2015/2016. Além deles, tomaram posse 40 integrantes do governo, assim como 300 representantes regionais escolhidos pelos moradores.
Durante o evento, Marinho lembrou do orçamento da cidade para o ano de 2014, que chega a R$ 4,7 bilhões em receitas das administrações direta e indireta. O valor é 7% superior ao de 2013 (R$ 4,4 bilhões). “É um momento muito importante para o nosso governo. É um ato não apenas formal, mas também fundamental para o modelo de governo que estamos implantando na nossa cidade”, disse.
Cabe aos conselheiros analisar as demandas aprovadas nas plenárias do OP e que poderão ser incorporadas na peça orçamentária de 2015. Após ser concluído, o documento será encaminhado à Câmara Municipal para ser apreciado e votado pelos vereadores.
Conselheiro titular eleito pela região Central, o administrador de empresas Paulo Meireles Filho, 42 anos, afirma que o objetivo é ser o elo entre os moradores e a Prefeitura: “É importante organizarmos reuniões com a população, para que os moradores saibam o andamento das demandas de suas regiões. Essa participação é fundamental”, afirma.
BALANÇO – As plenárias deliberativas do Orçamento Participativo tiveram início em 5 de maio e foram concluídas no último dia 30 de maio. As 20 atividades realizadas contaram com a participação de mais de 14 mil munícipes, que puderam eleger três demandas para sua região e mais uma para a cidade.
“Desde 2009, o governo do prefeito Luiz Marinho vem buscando democratizar cada vez mais o processo decisório em São Bernardo. Nós fazemos uma discussão com a população que nunca havia sido feita antes. Uma coisa é tomar decisões com o prefeito e com os secretários, outra é decidir em conjunto com os moradores da cidade”, disse Nilza de Oliveira, secretária de Orçamento e Planejamento Participativo (SOPP).