Luisa Stefani foca em Dubai após semifinal no Qatar
Número 1 do Brasil busca reação imediata no WTA 1000 de Dubai após parar na semi em Doha; estreia será contra dupla australiana.
- Publicado: 29/01/2026
- Alterado: 14/02/2026
- Autor: Redação
- Fonte: FERVER
A brasileira Luisa Stefani, atual 14ª colocada no ranking mundial de duplas, já desembarcou nos Emirados Árabes para a disputa do WTA 1000 de Dubai. Após uma campanha sólida em Doha, onde alcançou a semifinal ao lado da canadense Gabriela Dabrowski, a paulistana busca ajustar os detalhes técnicos para conquistar o título em um dos maiores torneios do circuito mundial. A competição tem início oficial neste domingo (15/2).
Análise do Desempenho em Doha
A eliminação no Qatar veio diante de uma das parcerias mais fortes da atualidade: Anna Danilina (KAZ) e Aleksandra Krunic (SRB), vice-campeãs do Australian Open. Apesar de um início equilibrado, a dupla da brasileira sofreu com uma oscilação no segundo set.
“Jogo duro, começamos super bem e elas também. Dali em diante tivemos um período bem abaixo, caiu bastante o nosso nível no início do segundo set, que é o que vamos focar em melhorar”, avaliou Luisa Stefani, destacando a necessidade de manter a intensidade mental durante toda a partida para evitar que as adversárias tomem o controle do ritmo de jogo.
Estreia e Chaveamento em Dubai
Em Dubai, Stefani e Dabrowski entram como cabeças de chave 5, o que reflete a consistência da parceria no top 10 do mundo. A estreia será contra as australianas Kimberly Birrell e Maya Joint. Por serem favoritas no confronto, a brasileira espera ditar o ritmo desde os primeiros pontos.
Dados da Partida de Estreia:
- Torneio: WTA 1000 de Dubai.
- Confronto: Stefani/Dabrowski vs. Birrell/Joint.
- Status: Cabeças de chave 5.
- Objetivo: Retomar o caminho dos títulos após as conquistas de 2025.
Uma Trajetória de Recordes
Aos 28 anos, Luisa Stefani consolidou-se como a maior duplista da história do Brasil na era moderna. Sua carreira é marcada por pioneirismo:
- Bronze Olímpico (2021): Ao lado de Laura Pigossi, conquistou a primeira medalha do tênis brasileiro em Olimpíadas.
- Título de Grand Slam (2023): Venceu o Australian Open em duplas mistas com Rafael Matos.
- Top 10 Mundial: Já ocupou a 9ª posição do ranking da WTA, sendo presença constante nas fases finais dos grandes torneios.
A transição de Luisa para o topo do tênis mundial teve como base o circuito universitário americano (Pepperdine University), um modelo que agora serve de inspiração para outros atletas brasileiros. Com patrocínios de peso e apoio institucional, a atleta segue como a principal esperança de grandes resultados para o Brasil na temporada de 2026.