Lesão de Militão: Médico garante que cirurgia foi a única opção

Defensor ficará de fora por cerca de cinco meses

Crédito: Lucas Figueiredo/CBF

O médico Lasse Lempainen, responsável pela cirurgia de Éder Militão, revelou que o zagueiro do Real Madrid corria o risco de encerrar a carreira caso não passasse pelo procedimento cirúrgico após a lesão constatada. Em entrevista ao jornal espanhol Marca, o especialista finlandês foi categórico: a operação era a única saída.

“Não havia outra opção. A lesão era muito grave. A única opção era operar: com essa lesão no isquiotibial, ele não poderia continuar sua carreira profissional no mais alto nível. A decisão estava clara. Lamentamos muito que, em consequência disso, ele não possa participar do Mundial”, afirmou Lempainen.

Chegou-se a especular um tratamento conservador que permitisse a Militão disputar a Copa de 2026, mas, segundo o médico, isso “poderia tirar a sua carreira” definitivamente.

Seleção Brasileira Militão
Lucas Figueiredo/CBF

Baixa de peso para Ancelotti

Militão era peça-chave nos planos da Seleção por sua versatilidade — atuava como zagueiro e lateral-direito. Ele fazia parte do grupo de 24 jogadores que só seriam cortados do Mundial por lesão. Agora, Ancelotti precisa reconstruir o setor defensivo sem um de seus nomes mais experientes.

Histórico assustador de Militão

A atual é a terceira lesão muscular do defensor nesta temporada. Na anterior, ficou quatro meses parado e perdeu 24 partidas. O drama começou em agosto de 2023: ruptura do ligamento cruzado do joelho esquerdo, retorno só em março de 2024. Em novembro do mesmo ano, veio a segunda bomba — ruptura completa do cruzado com danos nos dois meniscos, que o tirou de ação até julho de 2025. Em menos de três anos, duas cirurgias graves nos joelhos e uma sequência que agora lhe custa o Mundial.

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  • Publicado: 30/04/2026 13:00
  • Alterado: 30/04/2026 13:00
  • Autor: Redação
  • Fonte: Agência Somos FC