Jessica Cormick lamenta feminicídio: “Não podemos normalizar a violência"
A vice-prefeita garantiu suporte às polícias para capturar o autor do quinto crime do tipo registrado no município apenas este ano.
- Publicado: 03/05/2026 10:08
- Alterado: 03/05/2026 10:08
- Autor: Thiago Antunes
- Fonte: PMSBC
A vice-prefeita de São Bernardo, Jessica Cormick (Avante), manifestou profundo repúdio ao assassinato de uma mulher de 39 anos na noite da última sexta-feira (1º). O crime ocorreu na Rua Igor Costa Nascimento, localizada no bairro Cooperativa.
A vítima, identificada como Atais, foi morta a tiros pelo próprio marido, de 52 anos, que fugiu logo após os disparos. O episódio reacende o alerta para o avanço da violência de gênero na cidade e expõe a vulnerabilidade feminina na região.
Ação de Jessica Cormick e suporte às autoridades
O governo municipal acompanha as diligências policiais de perto. Atais deixou três filhos após o trágico ataque doméstico. “Atais teve sua vida interrompida de forma brutal, deixando três filhos e uma dor que atravessa toda a nossa cidade”, lamentou Jessica Cormick.
Este assassinato marca o quinto registro de feminicídio em São Bernardo ao longo dos últimos meses. O 3º DP (Distrito Policial) da cidade assumiu a condução das investigações e mobiliza equipes de busca para localizar e prender o atirador.
A gestão local trabalha de forma integrada com as forças de segurança pública estadual. Ao lado do prefeito Marcelo Lima (Podemos), a vice-prefeita confirmou a atuação intensiva do município para viabilizar a captura. A cobrança institucional de Jessica Cormick reflete a tentativa do executivo de dar uma resposta rápida à população.
Políticas de proteção à mulher
O poder público reconhece a necessidade urgente de fortalecer a rede de acolhimento preventivo. A proteção exige escuta ativa e intervenções céleres das instituições diante de qualquer ameaça. “Não podemos falhar com nenhuma mulher. Cada sinal precisa ser ouvido e cada pedido de ajuda precisa ser atendido com urgência e sensibilidade”, destacou a gestora.
O combate a essa frente criminosa demanda união entre sociedade civil e órgãos de proteção. “Não podemos normalizar a violência. Não podemos nos calar. Seguiremos lutando para que mais nenhuma história termine assim”, finalizou Jessica Cormick.