Israel apoia EUA na operação contra Nicolás Maduro, diz Netanyahu
Primeiro-ministro Benjamin Netanyahu classifica ação na Venezuela como passo decisivo para restaurar a liberdade e a justiça na região.
- Publicado: 29/01/2026
- Alterado: 04/01/2026
- Autor: Redação
- Fonte: FERVER
Neste domingo (4), o cenário geopolítico ganhou novos contornos quando o governo confirmou que Israel apoia EUA na recente operação militar realizada na Venezuela. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu utilizou a reunião de gabinete para endossar publicamente a captura de Nicolás Maduro, classificando a manobra norte-americana como um marco para a estabilidade no continente.
A declaração reforça o alinhamento histórico entre as duas nações. Segundo Netanyahu, a intervenção não é apenas uma questão política, mas um movimento necessário de retificação moral.
“Em relação à Venezuela, desejo expressar o apoio de todo o governo à decisão resoluta e à ação enérgica dos Estados Unidos para restaurar a liberdade e a justiça naquela região do mundo.”
Por que Israel apoia EUA na crise venezuelana?
A postura de Jerusalém reflete uma estratégia diplomática clara. Ao declarar que Israel apoia EUA, Netanyahu valida a legitimidade da operação perante a comunidade internacional. A ação ocorreu apenas um dia após agentes norte-americanos efetuarem a prisão de Nicolás Maduro, no sábado (3).
Ainda no fim de semana, o líder israelense utilizou suas redes sociais para se comunicar diretamente com a Casa Branca. Ele parabenizou o presidente Donald Trump pela condução da crise, destacando a “liderança corajosa” demonstrada na operação.
Os principais pontos da mensagem de Netanyahu incluíram:
- Reconhecimento da liderança histórica de Trump.
- Saudação à determinação política de Washington.
- Elogio à atuação brilhante dos soldados envolvidos na captura.
Repercussão Global
A situação na Venezuela continua a gerar ondas de choque em diversas chancelarias. Analistas observam que o fato de um aliado estratégico como Israel se posicionar tão rapidamente pode incentivar outras nações a declararem suporte similar.
A crise venezuelana deixa de ser um problema regional e consolida-se como pauta global prioritária. Enquanto líderes internacionais avaliam os desdobramentos, a firmeza com que Israel apoia EUA sinaliza que a coalizão contra o antigo regime de Caracas pode se fortalecer nos próximos dias.