Inaugurada Passarela Ecológica Tainá Teixeira da Silva
Construção de passarela no Núcleo Tamarutaca, em Santo André, conta com um moderno sistema de iluminação, carregado com energia solar
- Publicado: 29/01/2026
- Alterado: 24/03/2014
- Autor: Redação
- Fonte: FERVER
Na manhã deste domingo (23), a Prefeitura de Santo André entregou a primeira passarela construída com conceitos sustentáveis no Grande ABC, segunda do Estado, na avenida Prestes Maia, Vila Guiomar. A estrutura, chamada Passarela Ecológica Tainá Teixeira da Silva, possuiu 26,6 metros de extensão, 2,35 metros de largura e 2,50 metros de altura.
O nome remete à jovem que foi vítima de acidente no local em 2011. A mãe de Tainá, Maria Lucilene Lima Teixeira, acredita que a obra precisa ser utilizada. “Espero que as pessoas respeitem, não atravessem mais em locais impróprios e não aconteça mais atropelamentos”, afirmou.
Para o secretário de Obras e Serviços Públicos, Paulinho Serra, a passarela verde é um marco na região. “Utilizamos materiais recicláveis em todo o projeto, e a passarela passa a ser um símbolo de sustentabilidade e segurança na selva de pedra”, frisou.
Presente no encontro, o prefeito Carlos Grana destacou a relevância do projeto e a melhoria da mobilidade aos moradores do entorno e convocou as crianças a serem fiscais da Prefeitura para ajudar a preservar a passarela. “O local já era alvo de preocupação antes mesmo de eu ser prefeito. Após o acidente de Tainá, protocolei emenda na Câmara dos deputados para encaminhar verba para a construção. Agora tenho a satisfação de inaugura-la”, enfatizou.
O prefeito de São Bernardo e presidente do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC, Luiz Marinho, prestigiou o evento. Conforme destacou Marinho, a obra beneficiará os dois municípios, porque com a passarela o semáforo local foi desativado, o que resultará em maior fluidez no trânsito. Em horários de pico, a Avenida Lions, um dos principais corredores ligando os dois municípios, ficava congestionada. O chefe do Executivo de São Bernardo observou ainda que é preciso conscientização dos moradores do bairro em relação à travessia segura. “Com a passarela, não dá mais para correr riscos. É preciso usá-la e preservá-la. Não pode depredar e depois falar que a Prefeitura não cuida.”