Homem que atirou em policial militar em Paraisópolis é preso
Cabo sobreviveu e investigação prossegue para responsabilizar os envolvidos
- Publicado: 15/01/2026
- Alterado: 11/09/2025
- Autor: Redação
- Fonte: Fever
Na última quarta-feira (10), a polícia paulista efetuou a prisão de um jovem de 20 anos, identificado como Kauan Alison Alves dos Santos, acusado de disparar contra o pescoço do policial militar Johannes Kennedy Santana Lino durante uma operação na comunidade de Paraisópolis, localizada na Zona Sul de São Paulo. O incidente ocorreu no mês passado e atraiu significativa atenção da mídia e da sociedade.
A abordagem que resultou no disparo foi registrada tanto por testemunhas quanto pela câmera corporal do próprio policial, que, felizmente, sobreviveu ao ataque. Após o incidente, Johannes foi levado a um hospital para tratamento e já recebeu alta.
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De acordo com informações divulgadas pela Secretaria da Segurança Pública, Kauan foi flagrado em vídeo sacando uma arma e disparando contra o cabo Santana. A defesa do suspeito não foi contatada para comentar sobre o caso até o fechamento desta matéria.
No momento da ocorrência, o cabo estava em uma motocicleta perseguindo Kauan e um comparsa, que eram suspeitos de realizar arrastões na região da Chácara Santo Antônio. Após ser atingido, Johannes caiu e começou a sangrar, enquanto outro indivíduo tentou intervir na abordagem e acabou subtraindo a arma do policial. Este homem foi posteriormente identificado como Gabriel Vieira dos Santos, de 28 anos, que também já possui passagem pela polícia.
Gabriel foi localizado e detido em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo. A arma do PM foi recuperada em uma área conhecida como Favela da Grota, no Campo Limpo, Zona Sul da cidade.
O coronel Emerson Massera, porta-voz da Polícia Militar, comentou o ocorrido em entrevista à TV Globo, destacando que o cabo agiu conforme as diretrizes operacionais, embora tenha sido desaconselhável estar em uma situação sem apoio de outros agentes durante a abordagem.
Johannes Santana é membro da Polícia Militar há uma década e passou por avaliações médicas após o incidente; exames iniciais indicaram que não houve danos a órgãos vitais ou estruturas críticas.
A situação segue sob investigação, com esforços contínuos da polícia para garantir a segurança na área e responsabilizar todos os envolvidos no ataque ao policial.