Halloween: pequenos negócios de SP preveem lucro
Pesquisa do Sebrae-SP aponta que 82% dos empresários se preparam para aumentar o faturamento com a data.
- Publicado: 29/01/2026
- Alterado: 29/10/2025
- Autor: Redação
- Fonte: FERVER
O Halloween consolidou-se como uma data estratégica para o comércio paulista. Um novo levantamento do Sebrae-SP indica que a comemoração deve impulsionar cerca de 12,6 mil pequenos negócios no estado. Este otimismo reflete a força da festa no calendário comercial.
A pesquisa detalha que, desse total de empresas impactadas, 7,4 mil são micro e pequenas empresas (MPEs), correspondendo a 58,7%, enquanto 5,2 mil (41,3%) são Microempreendedores Individuais (MEIs).
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Ações para impulsionar as vendas no Halloween
Para capitalizar sobre a data, os empresários estão investindo pesado. As principais estratégias para este Halloween incluem a criação de promoções e kits especiais (44%) e a preparação de divulgação temática (41%).
Além disso, a decoração dos estabelecimentos (38%) e o reforço no estoque para produtos específicos (37%) são vistos como essenciais para atrair o consumidor que busca itens da temporada.
Expectativa de impacto positivo
A confiança dos pequenos negócios é alta: 94% dos empreendedores enxergam o Halloween como positivo para suas operações. Dentro desse grupo, a vasta maioria (82%) espera um aumento direto nas vendas.
Outros benefícios esperados incluem a captação de novos clientes (46%) e a oportunidade de lançar produtos sazonais (20%), mostrando como o Halloween também fomenta a inovação no portfólio.
Esse otimismo não é infundado. O estudo relembrou os resultados de 2024, quando 83% dos pequenos negócios que investiram na data obtiveram retorno. Desses, 55% registraram aumento de faturamento e 52% ampliaram a base de clientes. O engajamento também cresceu, com 47% notando maior movimentação nas redes sociais da empresa.
Perfil do empreendedor focado na data
O Sebrae-SP também traçou o perfil de quem mais aposta no Halloween. A maioria dos pequenos negócios (58%) é liderada por mulheres. A faixa etária predominante dos gestores é de 30 a 39 anos (40%).
O setor de Serviços lidera (58%), seguido de perto pelo Comércio (38%) e, em menor escala, pela Indústria (4%). A maioria dessas empresas (62%) são relativamente novas, com 1 a 6 anos de atuação no mercado.