Governo de SP promove audiência pública sobre concessão da área de ecoturismo do Petar
Objetivo é apresentar o projeto de concessão e receber contribuições das comunidades locais, grupos representativos e iniciativa privada
- Publicado: 29/01/2026
- Alterado: 19/11/2021
- Autor: Redação
- Fonte: FERVER
O Governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente (SIMA), promove no próximo em 25 de novembro, às 17h, a audiência pública virtual sobre a concessão das áreas de visitação do Parque Estadual Turístico Alto Ribeira, o Petar, na região sul do Estado de São Paulo.
A proposta da audiência é apresentar o projeto e colher sugestões para o aprimoramento da modelagem jurídica, técnica e econômico-financeira do processo de concessão. O evento será transmitido em tempo real e os interessados podem acompanhar ao vivo e fazer suas contribuições. A participação para perguntas pode ser feita por meio do formulário online. As inscrições se iniciam às 9h do dia 25 de novembro pelo site infraestruturameioambiente.sp.gov.br.
Entre os principais objetivos da concessão está a aplicação de investimentos para estruturação, operação, manutenção e exploração econômica da área pela iniciativa privada. O projeto prevê também ações de fortalecimento da comunidade tradicional que vive na região ampliando a visitação turística e melhorando os serviços do local.
Alguns investimentos previstos e serviços associados são a revitalização do Centro de Visitante do Núcleo Santana; estrutura com espaço de exposição; espaço para reuniões e palestras; loja e serviço de alimentação; roteiros com acessibilidade na área do Núcleo Santana, com mirante do Betari; trilha do Pinheiro; parte da Trilha do Betari; vila de entretenimento no Núcleo Ouro Grosso, com serviço de alimentação; serviço de alimentação e glamping no Núcleo Caboclos; requalificação de trilhas; e novos roteiros de ecoturismo.
A área para concessão, que abrange 158,76 de hectares do parque – cerca de 0,44% da área total do Petar – é inteiramente composta por trechos onde a visitação já acontece ou é prevista. Os territórios das comunidades tradicionais estão fora do projeto. Já a gestão da Unidade de Conservação e a fiscalização das áreas ambientais continuarão sob responsabilidade da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente e da Fundação Florestal. Os roteiros de trilhas deverão ocorrer com monitoria ambiental autônoma.