Gilberto Costa propõe campanha sobre cordão roxo para pessoas com Alzheimer
O vereador Gilberto Costa apresentou uma indicação à Secretaria Municipal de Saúde (Sesaud) de São Caetano do Sul sugerindo a criação de uma campanha educativa voltada ao uso do cordão roxo com crachá de identificação para pessoas com doença de Alzheimer. A proposta visa ampliar a conscientização pública e fortalecer o acolhimento a pacientes diagnosticados […]
- Publicado: 20/05/2026 18:56
- Alterado: 20/05/2026 18:57
- Autor: Daniela Penatti
- Fonte: CMSCS
O vereador Gilberto Costa apresentou uma indicação à Secretaria Municipal de Saúde (Sesaud) de São Caetano do Sul sugerindo a criação de uma campanha educativa voltada ao uso do cordão roxo com crachá de identificação para pessoas com doença de Alzheimer. A proposta visa ampliar a conscientização pública e fortalecer o acolhimento a pacientes diagnosticados com a condição.
Gilberto Costa e a conscientização sobre o uso do cordão roxo

A proposta tem como foco principal a disseminação de informações sobre o significado do cordão roxo com identificação. Gilberto Costa defende que o conhecimento sobre o acessório pode ajudar a sociedade a reagir com mais empatia diante de situações de desorientação ou confusão enfrentadas por pessoas com Alzheimer.
Segundo a justificativa apresentada, Gilberto Costa ressalta que a iniciativa vai além de um símbolo visual, funcionando como um instrumento de proteção social e humanização do atendimento.
Campanha em unidades de saúde e espaços de referência
A indicação prevê que a campanha seja implementada em locais estratégicos da rede municipal, como Unidades Básicas de Saúde (UBSs), hospitais e Centros Integrados de Saúde e Educação da Terceira Idade (CISEs).
A proposta também destaca que a presença da campanha nesses ambientes pode ampliar o alcance das informações e facilitar o acesso de familiares e cuidadores a orientações sobre o cuidado com pacientes.
Segurança, autonomia e resposta em situações de risco
O uso do cordão roxo com crachá de identificação é apontado como um recurso importante para garantir mais segurança às pessoas com Alzheimer. Em situações de perda de memória, confusão ou possível desaparecimento, a identificação permite respostas mais rápidas e eficazes por parte de terceiros.
A medida também contribui para o acionamento ágil de familiares ou responsáveis, reduzindo riscos e ampliando a proteção em contextos de vulnerabilidade.
Combate ao estigma e fortalecimento do acolhimento social
A proposta ainda enfatiza o potencial de reduzir o estigma associado ao Alzheimer e promover uma cultura de maior compreensão sobre a doença. A iniciativa busca estimular o diálogo público e fortalecer práticas de respeito às diferenças.
Nesse contexto, Gilberto Costa destaca que ações educativas são fundamentais para construir uma cidade mais preparada para lidar com o envelhecimento da população e com doenças neurodegenerativas.
Além disso, a medida reforça a importância de ampliar políticas de humanização no atendimento, incentivando uma rede de apoio mais integrada entre poder público, famílias e comunidade.