Getúlio Filho propõe projeto sustentável contra enchentes

Vereador Getúlio Filho apresenta projeto inovador que integra áreas verdes e drenagem urbana como solução contra alagamentos

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O vereador Getúlio Filho (União Brasil) protocolou uma indicação solicitando estudos e tratativas para o desenvolvimento de um projeto municipal de infraestrutura híbrida e sustentável em São Caetano do Sul, com foco na prevenção de enchentes por meio da integração de espaços urbanos.

De acordo com o parlamentar, a proposta prevê a substituição gradual de soluções tradicionais e rígidas, como muros de contenção e diques isolados, por uma estratégia que combina paisagismo, drenagem inteligente e engenharia ambiental.

Getúlio Filho defende uso inteligente de áreas urbanas

Vereador Getulio Filho
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Na avaliação de Getúlio Filho, a iniciativa busca transformar ciclovias, parques, praças e áreas de lazer em estruturas funcionais para o controle do fluxo de águas pluviais. A ideia é que esses espaços deixem de ser apenas locais de convivência e passem a atuar também como dispositivos naturais de absorção e contenção.

Segundo o vereador, ambientes como pistas de caminhada e áreas verdes podem ser projetados para retardar e conduzir a água da chuva, reduzindo impactos em períodos de alta intensidade. “Dessa forma, esses espaços tornam-se barreiras naturais contra alagamentos, atuando simultaneamente como pontos de lazer, convivência comunitária e proteção ambiental”, destacou.

Projeto aposta em resiliência urbana e sustentabilidade

A proposta apresentada por Getúlio Filho está alinhada a conceitos modernos de resiliência urbana. O objetivo é preparar a cidade para enfrentar eventos climáticos extremos, cada vez mais frequentes, como chuvas intensas e alagamentos.

O modelo prioriza soluções baseadas na natureza, reduzindo a dependência de estruturas rígidas e promovendo maior integração entre infraestrutura urbana e meio ambiente.

Integração entre lazer e proteção ambiental

Para Getúlio Filho, a implementação desse conceito representa uma mudança de paradigma no planejamento urbano. “Trata-se de substituir a lógica da contenção rígida pela convivência planejada com a água, oferecendo beleza paisagística, ampliação de áreas verdes e mais qualidade de vida à população”, afirmou.

A proposta ainda deverá passar por análises técnicas e estudos de viabilidade antes de avançar para possíveis etapas de implementação no município.

  • Publicado: 13/04/2026 07:05
  • Alterado: 13/04/2026 07:06
  • Autor: Daniela Penatti
  • Fonte: CMSCS