Fim do delírio bolsonarista em 10 atos: do plano golpista à cela na Papuda
Da toga à tornozeleira, um julgamento contado em versões para adultos, crianças e cínicos
- Publicado: 13/02/2026
- Alterado: 22/09/2025
- Autor: Redação
- Fonte: Sorria!,
Abertura
O cenário político brasileiro passou por reviravoltas dramáticas nos últimos anos, culminando em uma série de acontecimentos que mudaram o rumo da história recente. Entre planos obscuros, julgamentos emblemáticos e personagens controversos, testemunhamos o desmonte de uma narrativa marcada pelo radicalismo e pela tentativa de subversão das instituições democráticas.
Este relato, dividido em dez atos, revela não apenas o fim do delírio bolsonarista, mas também o impacto profundo que decisões judiciais e ações políticas tiveram sobre o país. Da ascensão à queda, cada capítulo reflete as consequências de escolhas que ultrapassaram limites e desafiaram a ordem constitucional, resultando em finais inesperados para seus protagonistas.
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Motivo 1: Bolsonaro condenado como líder golpista
Versão adulta:
O STF não deixou dúvidas: Bolsonaro foi condenado como chefe da organização criminosa… Ironia inevitável: agora Bolsonaro só se pronuncia em cadeia nacional — mas atrás das grades.
Versão de pai pra filho:
Imagina o líder da turma que organiza a cola… Castigo certo: sem palco, sem lanche extra.
Versão cínica:
Bolsonaro não caiu por acaso: foi visto como maestro da desordem… O choro é livre; a liberdade, não.
Motivo 2: O “Punhal Verde Amarelo” estava escrito
Versão adulta:
Moraes ironizou: dizer que o plano não foi debatido é ridicularizar a inteligência do STF…
Versão pai pra filho:
Imagina a cena: a diretora encontra um papelzinho na mochila… mesmo com os originais ao lado.
Versão cínica:
O Punhal Verde Amarelo não era barquinho de papel, era faca no coração da democracia… mentira tem perna curta — às vezes língua presa, e o intestino também.
Motivo 3: Delator Mauro Cid entrega os bastidores
Versão adulta:
Mauro Cid virou peça-chave… provas incontornáveis.
Versão pai pro filho:
Sabe aquele colega que faz a bagunça junto, mas entrega os nomes? Esse foi Cid…
Versão cínica:
Cid foi o Magneto da história: colaborou e traiu ao mesmo tempo. No recreio ou no tribunal, sempre existe quem fala demais — e muda o jogo.;
Motivo 4: Defesa vira cena dos três Homens-Aranha
Versão adulta:
A cena dos advogados virou HQ: cada um apontando a culpa pro outro.
Versão pai pro filho:
Três colegas são pegos colando. Um diz que foi do outro… todos culpados.
Versão cínica:
A defesa virou comédia de recreio. Mas, diante de provas, não há encenação que funcione.
Motivo 5: Cadeia é democrática e não perdoa líderes
Versão adulta:
Entre cochichos, circulava a frase: cadeia é democrática… A prisão não distingue ideologia.
Versão pai pro filho:
É como suspensão escolar: já pegaram bagunceiro e gênio. Fez besteira, vai pra direção.
Versão cínica:
Bolsonaro dizia lutar pela liberdade. Caiu na regra mais simples: quem quebra, paga.
Motivo 6: Ramagem entre mandato e condenação
Versão adulta:
Ramagem foi condenado a 16 anos, mas só cumpre após perder o mandato…
Versão pai pro filho:
É como o aluno que só pode ser suspenso se a turma votar…
Versão cínica:
Ramagem sabe que a bronca veio, mas tenta ganhar tempo. O sinal vai tocar — e a suspensão chega.
Motivo 7: Anistia esbarra na firmeza de Cármen Lúcia
Versão adulta:
Cármen Lúcia disse: não há como separar instigador de executor… Anistia virou palavrão.
Versão pai pro filho:
É como quando três colam na prova e um tenta dizer que só copiou um pouquinho…
Versão cínica:
O sonho da anistia caiu. Não dá pra apagar o quadro como se a lição nunca tivesse sido escrita.
Motivo 8: Mercado compra pipoca no julgamento histórico
Versão adulta:
Enquanto ministros votavam, o país parou. Pipoca e cerveja venderam como final de Copa…
Versão pai pro filho:
É como campeonato escolar: metade grita, metade come coxinha…
Versão cínica:
O Brasil assistiu como espetáculo. Riu das tragédias como torcida que já sabe o resultado.
Motivo 9: Trump critica condenação e fala em perseguição
Versão adulta:
Trump comparou Bolsonaro a si mesmo, falando em caça às bruxas… Brasil respondeu com firmeza.
Versão pai pro filho:
É como o colega que foi suspenso em outra escola e aparece dizendo: eu sei como é…
Versão cínica:
Trump tentou exportar vitimização. Mas aqui, quem manda é a coordenação local.
Motivo 10: Delírio bolsonarista termina em sentença dura
Versão adulta:
O bolsonarismo virou caricatura: patriota contra pátria, cristão pós-guerra… STF encerrou com condenação.
Versão pai pro filho:
É como turma que acredita em história absurda de recreio… até a direção mostrar a realidade.
Versão cínica:
A democracia provou que delírios duram, mas acabam em sentença assinada. O choro é livre; Bolsonaro, não.
Conclusão
I – Se você gostou é bem provável que seja um adulto, mas não se sabe, você pode ser apenas um progressista de iphone feliz com a infelicidade de uma esposa que ficará quase 30 anos longe de seu provedor.
II – Se achou a comparação é besta e infantil ou até fora de tom, pode ser que você não esteja tão longe da maturidade de um dos seus filhos, porque certamente você é como ele quando quer assistir a porcaria e você de ter votado certo – da última escolha da loira do tchan.
III – Agora se você ficou irritado, bom eu consegui o que queria, você é um gado mesmo e pior pode ser tão cínico como uma criança que desaparece como todo o bolo de chocolate, me aparece com a boca toda suja de marrom e tem a cara lavada de dizer, e eu nem gosto de bolo, mesmo”.