FEI é reconhecida como Instituição Comunitária pelo MEC

A FEI consolida sua vocação e seu compromisso em prestar serviços de interesse público e amplia leque de parcerias com Governo Federal para financiamento de projetos voltados à comunidade

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De acordo com a portaria nº 678, divulgada em 12 de novembro, o Ministério da Educação – MEC reconhece o Centro Universitário da FEI como Instituição Comunitária de Ensino Superior – ICES. Esta certificação confirma a qualificação da FEI como uma instituição pública não estatal, que desenvolve ações educacionais de excelência – no ensino, na pesquisa e na extensão – e que agora, a partir desta titulação é convidada, pelas características institucionais que possui, a participar mais efetivamente de iniciativas do Governo Federal para fomento de projetos de interesse público, dirigidos à comunidade.

Entre os projetos pode-se citar o Programa Pró-Equipamentos, que destina recursos para aquisição de equipamentos que irão compor a estrutura de pesquisa dos programas de pós-graduação, recomendados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal – Capes, e o Edital Proext – Programa de Extensão Universitária MEC/SESU, que abrange programas e projetos de extensão universitária, com ênfase na formação dos alunos e na inclusão social. 

A FEI foi reconhecida e qualificada como Instituição Comunitária de Ensino Superior porque cumpriu requisitos expressos em lei, tais como ser uma organização da sociedade civil brasileira constituída na forma de associação ou fundação, com personalidade jurídica de direito privado, sem fins lucrativos e que possui transparência administrativa. 

Este reconhecimento, por parte do Ministério da Educação, foi comemorado pelo reitor da Instituição, prof. Dr. Fábio do Prado: “Estamos diante de um marco em nossa história. É o reconhecimento de que, nos seus 70 anos de serviços prestados à educação brasileira, a Instituição realizou um trabalho de qualidade, diferenciado e voltado para o bem público”.

  • Publicado: 11/02/2026
  • Alterado: 11/02/2026
  • Autor: 28/11/2014
  • Fonte: Itaú Cultural