Exército se posiciona sobre vídeo do coronel da reserva
Em um vídeo divulgado na noite de segunda-feira (22), o coronel da reserva Carlos Alves Correia faz ofensas e ameaças à presidente do TSE, Rosa Weber, além de outros ministros do STF
- Publicado: 29/01/2026
- Alterado: 25/10/2018
- Autor: Redação
- Fonte: FERVER
O Exército informou que as declarações do coronel não representam o pensamento da corporação e que a corporação encaminhou uma representação ao Ministério Público Militar (MPM) solicitando que fosse investigado o cometimento de possível ilegalidade.
Na gravação, Carlos Alves chama Rosa Weber de “salafrária e corrupta”, ao se referir ao dia em que ela recebeu integrantes do PT que pediram a aplicação de medidas cautelares urgentes para investigar notícias de que empresas que apoiam o presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro, estariam pagando por serviços de disparos de mensagens em massa contra o opositor Fernando Haddad, via WhatsApp.
O MPM também informou que, em julho deste ano, o órgão instaurou procedimento para apurar outras declarações do coronel reformado sobre outras autoridades, mas o procedimento foi encaminhado ao MPF.
Segundo o MPM, a conduta não se trata de crime militar e o caso deve ser apurado pelo Ministério Público Federal (MPF), que atua junto à Justiça comum.