Exército se posiciona sobre vídeo do coronel da reserva

Em um vídeo divulgado na noite de segunda-feira (22), o coronel da reserva Carlos Alves Correia faz ofensas e ameaças à presidente do TSE, Rosa Weber, além de outros ministros do STF

Crédito: Reprodução

O Exército informou que as declarações do coronel não representam o pensamento da corporação e que a corporação encaminhou uma representação ao Ministério Público Militar (MPM) solicitando que fosse investigado o cometimento de possível ilegalidade. 

Na gravação, Carlos Alves chama Rosa Weber de “salafrária e corrupta”, ao se referir ao dia em que ela recebeu integrantes do PT que pediram a aplicação de medidas cautelares urgentes para investigar notícias de que empresas que apoiam o presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro, estariam pagando por serviços de disparos de mensagens em massa contra o opositor Fernando Haddad, via WhatsApp.

O MPM também informou que, em julho deste ano, o órgão instaurou procedimento para apurar outras declarações do coronel reformado sobre outras autoridades, mas o procedimento foi encaminhado ao MPF.

Segundo o MPM, a conduta não se trata de crime militar e o caso deve ser apurado pelo Ministério Público Federal (MPF), que atua junto à Justiça comum.

  • Publicado: 29/01/2026
  • Alterado: 29/01/2026
  • Autor: 25/10/2018
  • Fonte: FERVER