Ex-delegado executado em Praia Grande disse que vivia sem proteção

Ex-delegado que combatia o crime organizado, disse que vivia sozinho na Praia Grande e não tinha proteção.

Crédito: Reprodução/Polícia Civil

Há duas semanas, o ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo Ruy Ferraz Fontes, morto a tiros na segunda-feira (15), havia concedido entrevista – que não foi ao ar ainda – ao podcast da CBN, dizendo que vivia sozinho na Praia Grande litoral de São Paulo, sem qualquer proteção ou estrutura de segurança.

“Meu nome é Ruy Ferraz Fontes. Desde 2002, fui encarregado de fazer investigações relacionadas com o crime organizado e, especificamente, com relação ao PCC. Eu não tenho… eu tenho proteção de quê? Eu moro sozinho aqui, eu vivo sozinho na Praia Grande, que é o meio deles. Hoje, eu não tenho estrutura nenhuma, não tenho estrutura nenhuma…”, diz trecho do áudio.

O ex-delegado-geral atuou há mais de 20 anos na prisão de Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, e no combate ao Primeiro Comando da Capital (PCC) no estado. Foram mais de 40 anos na polícia.

  • Publicado: 26/01/2026
  • Alterado: 26/01/2026
  • Autor: 16/09/2025
  • Fonte: Léo Santana