Estudo indica que Esfinge de Gizé aponta para cidade em MG
Obra detalha como o olhar da Esfinge de Gizé aponta para cidade mineira em alinhamento astronômico raro envolvendo a constelação de Cygnus.
- Publicado: 13/02/2026
- Alterado: 18/02/2026
- Autor: Redação
- Fonte: Teatro Sérgio Cardoso
A Esfinge de Gizé pode guardar uma conexão direta com o interior de Minas Gerais. De acordo com o escritor brasileiro Lucas Giovani Ribeiro, em seu livro “O Código Oculto de Cygnus”, o olhar do monumento milenar aponta para a pequena cidade de Uruana de Minas (MG). Ao longo de 378 páginas, o autor apresenta uma reflexão que conecta monumentos antigos, matemática e astronomia ao solo brasileiro, sustentando que essa trajetória atravessa o Atlântico até alcançar também Oak Island, no Canadá.
A investigação teve início em fevereiro de 2025, quando o autor se posicionou no interior do sarcófago da Grande Pirâmide de Quéops, no Egito. O momento coincidiu com o renascimento heliacal da constelação de Cygnus — o instante em que o “Cisne” ressurge no horizonte durante um raro alinhamento simultâneo dos sete planetas do sistema solar. Segundo Ribeiro, o feixe que parte do olho esquerdo da Esfinge de Gizé revela um padrão matemático que qualquer pessoa pode verificar através de coordenadas geográficas.
O cálculo matemático por trás do enigma da Esfinge de Gizé
Diferente de obras de ficção especulativa, Ribeiro enfatiza que seu trabalho se baseia em números verificáveis e códigos de computador. A análise sustenta que as estrelas da constelação de Cygnus serviram de guia para a construção de pirâmides e megálitos em quatro continentes.
“Estamos diante de algo estatisticamente improvável”, afirma o autor. Os cálculos, desenvolvidos em parceria com o engenheiro e filósofo Marcos André Simonssini, apontam que a chance de esses padrões geográficos surgirem ao acaso é de apenas 1 em 480 bilhões. Para Ribeiro, a Esfinge de Gizé funciona como um marco de um sistema de mapeamento global utilizado por civilizações antigas que detinham um conhecimento astronômico avançado.
Uruana de Minas: O centro de um segredo milenar
Com apenas 4 mil habitantes, Uruana de Minas surge como o improvável ponto focal desta narrativa transcontinental. O livro busca desvendar como o Brasil pode estar inserido em um contexto arqueológico muito mais antigo do que os registros oficiais sugerem.
A obra é descrita pelo autor como o “primeiro Código Da Vinci real”, justamente por se afastar da narrativa lúdica e focar em fontes oficiais e mapeamentos técnicos. “Mais do que mostrar uma conexão entre monumentos, o objetivo é fazer com que as pessoas percebam como civilizações antigas observavam o céu”, explica Ribeiro. Ao posicionar a Esfinge de Gizé como uma peça de um quebra-cabeça que termina em Minas Gerais, o livro convida o leitor a uma reflexão crítica sobre a organização do espaço terrestre no passado.
Astronomia e o renascimento de Cygnus
O ponto de virada da investigação ocorreu durante o renascimento heliacal da constelação de Cygnus, fenômeno em que o conjunto de estrelas volta a surgir no horizonte oriental. O evento coincidiu com um raro alinhamento dos sete planetas do sistema solar, momento em que o autor realizava seus estudos de campo no Egito.
A precisão do olhar da Esfinge de Gizé, quando cruzada com esses dados astronômicos, revelou os padrões que fundamentam o livro. A obra combina exploração, filosofia e ciência de dados para apresentar um Brasil pouco conhecido, transformando a pequena Uruana de Minas no epicentro de um debate que atravessa milênios e desafia a lógica probabilística convencional.