Estudo da FMABC convoca pessoas com diabetes para monitoramento de problemas renais

Interessados devem se inscrever por formulário online

Estudo da FMABC convoca pessoas com diabetes para monitoramento de problemas renais

Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Pesquisadoras do Centro Universitário FMABC, em Santo André (SP), estão selecionando candidatos para um estudo que irá monitorar a saúde dos rins de pessoas com diabetes tipo 2. A proposta é analisar processos biológicos que ocorrem nesses pacientes e que permitam identificar sinais precoces de problemas renais, possibilitando um diagnóstico antecipado de doença renal.

Para participar do estudo, é necessário ter sido diagnosticado com diabetes tipo 2 nos últimos dois ou três anos e estar na faixa etária entre 35 e 65 anos. Além disso, o participante não pode ter câncer nem ter sido internado nos últimos 30 dias. Os interessados devem preencher um formulário com seus dados no endereço tinyurl.com/28ze4433 e aguardar o contato da equipe responsável pela pesquisa.

Após a seleção, os candidatos serão convocados para agendamento de consulta médica e coleta de amostras de sangue e urina no laboratório do Centro Universitário FMABC, além de testes de pressão arterial e medição de altura e peso. Todos os custos relacionados aos exames e consultas serão arcados pela equipe da pesquisa, com o objetivo de avançar no tratamento da saúde de pacientes com diabetes.

Segundo Glaucia Veiga, coordenadora do estudo, o diabetes tipo 2 é uma doença crônica que pode levar a diversas complicações, sendo a doença renal diabética uma das mais graves delas. “A progressão para insuficiência renal aumenta significativamente o risco de mortalidade desses pacientes, por isso a busca por marcadores biológicos que permitam o monitoramento precoce da função renal é essencial”, explica.

Veiga, que conduzirá a pesquisa em parceria com a médica Duanra Teixeira, destaca ainda que se antecipar aos problemas pode ser a chave para salvar os pacientes. “A detecção precoce de alterações renais pode possibilitar intervenções mais eficazes, prevenindo a progressão da doença e reduzindo a necessidade de terapias invasivas, como a diálise e o transplante renal”, conclui a pesquisadora.

  • Publicado: 19/03/2025 13:45
  • Alterado: 19/03/2025 13:45
  • Autor: Redação
  • Fonte: FMABC