Estados Unidos e Israel lançam ofensiva militar contra o Irã
Os Estados Unidos e Israel atacam o Irã em operação conjunta após falha diplomática. Explosões em Teerã elevam a tensão global neste sábado
- Publicado: 20/01/2026
- Alterado: 28/02/2026
- Autor: Redação
- Fonte: MIS Experience
Os Estados Unidos e Israel iniciaram, na madrugada deste sábado (28/02), uma operação militar coordenada de larga escala contra o território iraniano. Batizada pelo Pentágono de “Operação Fúria Épica“, a ofensiva incluiu bombardeios aéreos e navais, resultando em múltiplas explosões na capital, Teerã, e em cidades estratégicas como Isfahan e Qom. A ação ocorre menos de 48 horas após o colapso das negociações diplomáticas em Genebra sobre o programa nuclear da República Islâmica.
O presidente Donald Trump confirmou a participação direta das forças norte-americanas, classificando o ataque como uma medida “preventiva e defensiva”. Segundo o governo dos Estados Unidos, o objetivo central é desmantelar a infraestrutura de mísseis e impedir que o regime de Teerã obtenha armamento atômico, garantindo a segurança regional e global.
Alvos Estratégicos e Impacto em Teerã
Relatos da agência estatal iraniana Tasnim confirmam que o complexo da presidência e áreas próximas à residência do Líder Supremo, Ali Khamenei, foram alvos de mísseis de precisão. Embora o governo iraniano afirme que seus líderes estão em segurança, o impacto psicológico e estrutural é severo.
A participação dos Estados Unidos na ofensiva marca o maior envolvimento militar direto de Washington na região desde a invasão do Iraque em 2003.“Os Estados Unidos estão apoiando Israel com força esmagadora e poder devastador”, declarou Trump em pronunciamento oficial, reforçando que a política externa atual não tolerará o que chama de “ameaças nucleares terroristas”.
Retaliação e Escalada de Conflito
O Irã reagiu prontamente, lançando uma onda de mísseis e drones contra o território israelense e bases militares dos Estados Unidos situadas no Bahrein, Kuwait e Catar. Sirenes de alerta soaram em Tel Aviv e Jerusalém, enquanto sistemas de defesa antimísseis operavam para interceptar as ameaças.
“Este regime terrorista assassino não deve ser armado com armas nucleares que lhe permitam ameaçar toda a humanidade“, afirmou o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em nota conjunta com os Estados Unidos.