Estados Unidos ataca Venezuela e Maduro é capturado, diz Trump

Maduro declara estado de emergência após explosões em Caracas e atribui ataques aos Estados Unidos em rede nacional

Crédito: RS/via Fotos Publicas

Estados Unidos e Venezuela vivem um novo ápice de tensão diplomática e militar. Na madrugada desta quinta-feira, o governo de Nicolás Maduro formalizou acusações contra Washington, classificando operações aéreas e explosões registradas na capital, Caracas, como uma “agressão militar” direta. Em resposta imediata, a administração venezuelana declarou estado de emergência em todo o território nacional e suspendeu voos civis.

A escalada ocorreu após o ex-presidente Donald Trump afirmar que uma operação militar foi conduzida em colaboração com forças de segurança dos Estados Unidos.

Explosões e Espaço Aéreo Fechado

Relatos de testemunhas e veículos internacionais confirmaram estrondos em Caracas e nas regiões de Miranda, Aragua e La Guaira. Aeronaves militares foram avistadas sobrevoando áreas urbanas a baixas altitudes, o que levou ao fechamento total do espaço aéreo para voos comerciais.

  • Locais atingidos: Caracas (capital) e regiões circunvizinhas.
  • Medida imediata: Suspensão imediata de todas as operações aéreas civis.
  • Aeronaves: Presença confirmada de aviões militares em manobras de baixa altitude.

Reação de Maduro contra os Estados Unidos

Em comunicado oficial, o governo venezuelano condenou a ação e afirmou que os Estados Unidos violaram a Carta das Nações Unidas. Segundo Caracas, o objetivo da incursão seria a apropriação de recursos estratégicos, com foco nas reservas de petróleo e minerais do país.

O governo Maduro declarou que as forças armadas e o povo estão em prontidão para defender a soberania nacional contra qualquer tentativa de intervenção externa liderada pelos Estados Unidos. A comunidade internacional observa com cautela, temendo uma desestabilização ainda maior na América Latina.

A situação permanece em desenvolvimento, com tropas venezuelanas sendo deslocadas para pontos estratégicos da costa e da capital, enquanto o governo dos Estados Unidos ainda não detalhou a extensão da colaboração militar mencionada por Trump.

  • Publicado: 29/01/2026
  • Alterado: 29/01/2026
  • Autor: 03/01/2026
  • Fonte: FERVER