Escolas destruídas por chuvas são reinauguradas no Litoral Norte
Investimento de milhões garante novas escolas e creche no Litoral Norte
- Publicado: 29/01/2026
- Alterado: 04/02/2026
- Autor: Redação
- Fonte: FERVER
O governador Tarcísio de Freitas marcou o início do ano letivo de 3,1 milhões de alunos da rede estadual na última segunda-feira (2) com uma agenda simbólica no Litoral Norte. Em São Sebastião, o governo entregou três escolas que representam a superação dos temporais de 2023: a reconstrução de uma escola estadual, uma nova unidade municipal e uma creche, somando 1.020 novas vagas na região.
Escola-Modelo e tecnologia
O destaque da visita foi a EE Plínio Gonçalves de Oliveira Santos, parcialmente destruída pela tragédia de 2023. Com investimento de R$ 13,1 milhões, a unidade foi transformada em uma escola-modelo com:
- Conceito Arquitetônico Aberto: Paredes de vidro para maior integração e luminosidade;
- Alta Tecnologia: 12 salas com lousas digitais, ar-condicionado e projetores;
- Estrutura Completa: Laboratórios de culinária, biologia e informática, além de ensino em tempo integral (PEI) para 321 jovens.
“Nossa ideia é expandir esse modelo premiado internacionalmente para todo o estado”, afirmou Tarcísio, destacando que salas interativas favorecem o aprendizado e a autoestima dos estudantes.

Reforço na Rede Municipal e Infantil
Além da unidade estadual, o governador inaugurou a EM Professora Nair Ribeiro de Almeida (com capacidade para 900 alunos e 14 salas de aula) e a Creche Municipal Juquehy II. Juntas, as obras municipais receberam aporte de R$ 43,6 milhões.
A nova creche faz parte do programa Creche Escola, oferecendo 120 vagas para crianças de até três anos, com espaços especializados como sala de amamentação, lactário e brinquedoteca. Desde o início da gestão, o governo já entregou 71 unidades deste programa, totalizando mais de 9,3 mil vagas em todo o estado.
Retorno à normalidade
Durante o período de obras, alunos das redes estadual e municipal compartilharam o mesmo prédio. Com as inaugurações, os estudantes do Ensino Fundamental II e do Centro de Educação de Jovens e Adultos (CEEJA) passam a ocupar espaços próprios e modernizados, encerrando o ciclo de improviso pós-calamidade.