Empresa Amiga da Mulher abre edital de certificação em Mauá

A iniciativa Empresa Amiga da Mulher visa certificar negócios que combatem a violência doméstica; empresas interessadas têm até 20 de fevereiro para participar.

Crédito: Divulgação

O selo Empresa Amiga da Mulher motivou a reunião da Comissão de Avaliação e Seleção na Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres nesta segunda-feira (19). A Prefeitura de Mauá busca, com essa iniciativa, reconhecer e incentivar práticas de responsabilidade social, transformando o ambiente corporativo em um aliado no combate à violência doméstica e na promoção da igualdade. O projeto Empresa Amiga da Mulher certifica organizações que implementam políticas internas de proteção e valorização do gênero feminino.

Eixos de avaliação e categorias do selo da Empresa Amiga da Mulher

As empresas, indústrias e comércios da cidade serão avaliados com base em três pilares estruturantes. Dependendo do cumprimento dessas metas, a organização poderá receber a certificação em diferentes níveis:

  • Eixo 1 – Igualdade de Gênero: Focado em equiparação salarial, mulheres em cargos de liderança e apoio à parentalidade (como auxílio-creche e salas de amamentação).
  • Eixo 2 – Combate à Violência: Implementação de canais de denúncia, acolhimento às vítimas e adesão a programas municipais de apoio.
  • Eixo 3 – Eliminação da Discriminação: Ações preventivas contra o assédio moral e sexual no ambiente de trabalho.

Classificação:

  • Bronze: Atendimento a um eixo.
  • Prata: Atendimento a dois eixos.
  • Ouro: Atendimento aos três eixos.

Como se inscrever

As inscrições para o selo Empresa Amiga da Mulher são gratuitas e o edital completo já está disponível no Diário Oficial do município.

  • Prazo: Até 20 de fevereiro de 2026.
  • Presencial: Na sede da secretaria (Rua Santa Cecília, 489, bairro Matriz).
  • Digital: Pelo e-mail sppm@maua.sp.gov.br (Assunto: Inscrição – Edital 01/2026).
  • Validade: A certificação é válida por dois anos, podendo ser renovada por igual período.

A secretária Cida Maia reforçou que ambientes seguros e respeitosos são fundamentais não apenas para a dignidade da mulher, mas também para a produtividade e sustentabilidade dos negócios. A comissão julgadora conta com representantes de diversos setores, incluindo sindicatos, associações industriais (Aepis e Cofip) e o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher.

  • Publicado: 03/02/2026
  • Alterado: 03/02/2026
  • Autor: 19/01/2026
  • Fonte: Michel Teló