Eleições 2026: panorama após o primeiro turno
Com 100% das seções totalizadas, primeiro turno leva Flávio Bolsonaro e Lula ao segundo turno e define governos, Senado e novas bancadas estaduais no país
- Publicado: 04/10/2026 17:44
- Alterado: 05/10/2026 12:59
- Autor: Redação ABCdoABC
O Brasil encerrou neste domingo, 4 de outubro, o primeiro turno das Eleições 2026 com 100% das 499.248 seções totalizadas. A votação definiu deputados federais, estaduais e distritais, dois senadores por unidade da Federação e parte dos governadores, além de levar a disputa pela Presidência da República para o segundo turno entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A nova votação está marcada para 25 de outubro.
Segundo os dados gerais da totalização nacional, 158.745.502 eleitoras e eleitores estavam aptos a votar. O comparecimento chegou a 125.275.835 pessoas, enquanto 33.469.244 eleitores se abstiveram. Foram contabilizados 119.300.788 votos válidos, além de 2.300.798 votos em branco, equivalentes a 1,84%, e 3.674.249 votos nulos, que corresponderam a 2,93%.
Cada eleitor fez seis escolhas no primeiro turno: deputado federal, deputado estadual ou distrital, dois candidatos ao Senado, governador e presidente da República. A eleição de 2026 renovou dois terços do Senado, com duas vagas em disputa por estado e pelo Distrito Federal. Para presidente e governador, a Constituição prevê segundo turno quando nenhum candidato alcança a maioria absoluta dos votos válidos.

Na disputa presidencial, Flávio Bolsonaro e Lula avançaram ao segundo turno. O TSE confirmou a definição ainda durante a totalização da madrugada desta segunda-feira (5). Com 99,99% das seções processadas naquele momento, Flávio tinha 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula registrava 45,16%. A totalização completa consolidou a realização de uma nova votação para definir quem ocupará a Presidência da República a partir de 2027.
O segundo turno presidencial ocorrerá em 25 de outubro. Na mesma data, eleitores de estados e do Distrito Federal onde a disputa para governador não foi encerrada no primeiro turno também retornarão às urnas. Segundo o TSE, seis estados e o Distrito Federal terão segundo turno para o governo.
Além das disputas majoritárias, o primeiro turno definiu a nova composição da Câmara dos Deputados, das Assembleias Legislativas e da Câmara Legislativa do Distrito Federal. Como essas eleições seguem o sistema proporcional, a distribuição das vagas considera não apenas a votação individual, mas também o desempenho dos partidos e federações.
Com a totalização concluída, o quadro deixa de ser uma apuração em andamento e passa a representar o panorama final do primeiro turno das Eleições 2026. A partir daqui, a cobertura do ABCdoABC reúne, região por região, os resultados para presidente, governos estaduais, Senado e casas legislativas, além das disputas que seguem para o segundo turno
Eleições 2026: Sudeste
Com 100% das seções totalizadas nos quatro estados, o primeiro turno das Eleições 2026 está encerrado no Sudeste. São Paulo e Minas Gerais elegeram seus governadores no primeiro turno, enquanto Rio de Janeiro e Espírito Santo terão segundo turno em 25 de outubro. A Justiça Eleitoral diferencia a apuração feita em cada urna da totalização, etapa em que os resultados das seções são reunidos para formar o resultado da eleição.
Em São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) garantiu a reeleição no primeiro turno com 62,65%, totalizando 14.491.874 votos, contra 36,42% de Fernando Haddad (PT), que recebeu 8.423.656. Guilherme Derrite (PP), com 30,59% e 13.273.880 votos, e André do Prado (PL), com 29,28% e 12.703.089 votos, foram eleitos para as duas vagas do estado no Senado. Na votação presidencial paulista, Flávio Bolsonaro (PL) terminou na primeira colocação com 51,93% e 12.922.023 votos, diante de 38,20% e 9.505.413 votos de Lula (PT). O TSE confirmou a reeleição de Tarcísio com 100% da apuração paulista.
Entre os candidatos proporcionais de São Paulo, Lucas Pavanato (PL) terminou com 3.038.438 votos para deputado federal, enquanto Eduarda Campopiano (PL) recebeu 1.956.238 votos para deputada estadual. A votação de Pavanato, somada ao desempenho de Nikolas Ferreira (PL) em Minas Gerais, produziu um marco na disputa pela Câmara: os dois superaram a marca de 3 milhões de votos. Pavanato chegou a 3,03 milhões, enquanto Nikolas ultrapassou 3,11 milhões.
Minas Gerais também definiu o governo sem necessidade de segundo turno. Cleitinho Azevedo (Republicanos) foi eleito com 55,40% e encerrou a votação com 6.321.590 votos. Patrus Ananias (PT) terminou em segundo, com 26,34% e 3.006.088 votos. O resultado confirmou a definição da eleição mineira ainda no primeiro turno.
Para o Senado mineiro, Domingos Sávio (PL) foi eleito com 24,21% e 4.968.829 votos, ao lado de Marília Campos (PT), que recebeu 19,44% e 3.990.864 votos. Na votação presidencial, a diferença entre os dois primeiros colocados foi a menor entre os quatro estados do Sudeste: Flávio Bolsonaro terminou com 48,24% e 5.777.548 votos, enquanto Lula recebeu 43,33% e 5.188.936 votos. Entre os proporcionais, Nikolas Ferreira (PL) recebeu 3.119.318 votos para deputado federal, e Bruno Engler (PL) liderou a votação nominal para deputado estadual, com 675.940 votos.
No Rio de Janeiro, a eleição para governador terminou com a confirmação do segundo turno entre Douglas Ruas (PL) e Eduardo Paes (PSD). Ruas recebeu 49,27% dos votos válidos, ou 4.271.199 votos, enquanto Paes terminou com 42,76% e 3.706.984 votos. Os dois voltarão às urnas no segundo turno, marcado para 25 de outubro.
No Senado fluminense, Carlos Portinho (PL) foi eleito com 26,77% e 4.264.932 votos, e Carlos Jordy (PL) conquistou a segunda vaga, com 24,56% e 3.912.405 votos. Na votação presidencial no estado, Flávio Bolsonaro terminou com 53,01% e 4.966.844 votos, diante de 39,41% e 3.693.021 votos de Lula. Nas disputas proporcionais, Dr. Luizinho (PP) recebeu 213.904 votos para deputado federal, enquanto Índia Armelau (PL) liderou a votação nominal para deputada estadual, com 248.504 votos.
O Espírito Santo terá a outra disputa de segundo turno da região. Lorenzo Pazolini (Republicanos) terminou o primeiro turno com 49,65% e 1.048.633 votos, sem alcançar a maioria absoluta dos votos válidos. Ele enfrentará Ricardo Ferraço (MDB), que recebeu 34,06% e 719.397 votos. O TSE confirmou a realização do segundo turno entre os dois candidatos.
Para o Senado capixaba, foram eleitos Renato Casagrande (PSB), com 24,70% e 995.361 votos, e Evair de Melo (Republicanos), com 24,39% e 982.978 votos. Na disputa presidencial, Flávio Bolsonaro terminou com 54,78% e 1.233.194 votos, enquanto Lula obteve 37,76% e 850.028 votos. Lucas Polese (PL), com 419.735 votos, foi o mais votado entre os deputados federais eleitos, e Camila Valadão (PSOL), com 61.501, liderou a votação nominal entre os estaduais.
O resultado final mostra, portanto, dois governos definidos no primeiro turno e dois segundos turnos no Sudeste. Na votação presidencial, Flávio Bolsonaro terminou na primeira colocação em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. O desempenho nos quatro estados, contudo, representa apenas o recorte regional da eleição presidencial. Nacionalmente, Flávio Bolsonaro e Lula avançaram ao segundo turno da disputa pelo Palácio do Planalto.
Eleições 2026: Sul
O primeiro turno das Eleições 2026 terminou com um resultado mais definido no Sul do país: Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina elegeram seus governadores sem necessidade de segundo turno. Os três estados também escolheram dois senadores cada e renovaram suas bancadas na Câmara dos Deputados e nas Assembleias Legislativas.
Entre os três estados, Santa Catarina registrou a maior votação para governador. Jorginho Mello (PL) foi reeleito com 68,31% dos votos, o equivalente a 2.431.861 votos. O resultado ficou acima dos desempenhos registrados por Luciano Zucco no Rio Grande do Sul e Sergio Moro no Paraná.
No Rio Grande do Sul, Zucco (PL) também venceu no primeiro turno, com 58,05% dos votos, ou 3.516.048. Já no Paraná, Sergio Moro (PL) alcançou 50,10%, com 3.127.618 votos. Foi a disputa mais apertada entre os três governos estaduais, embora o candidato tenha terminado a votação com maioria suficiente para evitar uma segunda rodada.
A presença do PL também aparece nas duas vagas ao Senado em cada estado. No Paraná, Filipe Barros recebeu 3.148.369 votos (27,26%) e Deltan Dallagnol, 2.904.398 (25,14%). No Rio Grande do Sul, Sanderson teve 3.453.316 votos (30,11%), seguido por Marcel van Hattem, com 3.449.053 (30,08%). Em Santa Catarina, Carol de Toni liderou com 2.694.004 votos (33,47%) e Carlos Bolsonaro ficou em segundo, com 2.041.136 (25,36%).
A disputa pelas cadeiras da Câmara também produziu votações expressivas. Júlia Zanatta (PL) foi a candidata a deputada federal mais votada entre os três estados, com 560.127 votos em Santa Catarina. No Paraná, Jeffrey Chiquini (NOVO) chegou a 425.388, enquanto Mauricio Marcon (PL) recebeu 379.834 no Rio Grande do Sul.
Nas Assembleias Legislativas, os maiores números também ficaram concentrados em Santa Catarina. Ana Campagnolo (PL) alcançou 387.488 votos, bem acima dos principais candidatos dos outros dois estados. No Paraná, Paulo Melo (PL) teve 192.402 votos, e, no Rio Grande do Sul, Adri Cherini (PL) chegou a 129.492.
O Paraná aparece como o maior eleitorado do Sul. O estado encerrou a eleição com 8.609.026 eleitores, ultrapassando o Rio Grande do Sul e ocupando a quinta posição entre os maiores eleitorados do Brasil. Somados, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina reúnem 22.861.012 eleitores, o equivalente a 14,40% do eleitorado brasileiro.
O resultado regional mostra, assim, uma forte presença do PL nas principais disputas majoritárias do Sul, com os três governadores eleitos pelo partido e desempenho expressivo também nas vagas do Senado e entre os candidatos mais votados para os Legislativos. A composição final das bancadas, no entanto, depende da distribuição proporcional das cadeiras entre partidos e federações, e não apenas da votação individual de cada candidato.
Eleições 2026: Nordeste
Nordeste
O Nordeste encerrou o primeiro turno das Eleições 2026 com a maior parte das disputas estaduais definida ainda no domingo (4). Dos nove estados da região, apenas o Rio Grande do Norte terá segundo turno para governador, marcado para 25 de outubro. Nos demais, os resultados para o Executivo estadual foram definidos no primeiro turno. O Nordeste reúne cerca de 43,5 milhões de eleitores, o equivalente a 27,42% do eleitorado brasileiro.
Na Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT) garantiu a reeleição no primeiro turno. O resultado final divulgado pelo TSE confirmou 55,80% dos votos válidos para o governador. Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT) ficaram com as duas vagas do estado no Senado. Na votação presidencial baiana apresentada no levantamento regional, Lula (PT) terminou à frente, seguido por Flávio Bolsonaro (PL).
No Ceará, Elmano de Freitas (PT) também foi reeleito no primeiro turno. Com a totalização concluída, o TSE registrou 53,19% dos votos válidos para o governador. Cid Gomes (PSB) e Luziane (Rede) aparecem no material regional como os dois eleitos para o Senado. Lula também terminou na primeira colocação da votação presidencial no estado.
A Paraíba definiu o governo ainda durante a apuração, com Lucas Ribeiro (PP) eleito no primeiro turno. O TSE o declarou matematicamente eleito com 64,34% dos votos naquele momento. No levantamento enviado, João Azevedo (PSB) aparece entre os eleitos para o Senado, enquanto Lula terminou à frente na disputa presidencial dentro do estado.
No Piauí, Rafael Fonteles (PT) foi reeleito com ampla vantagem. Com 100% das urnas apuradas, o TSE registrou 70,90% dos votos válidos para o governador. Marcelo Castro (MDB) e Júlio César, o Julim do Lula (PSD), aparecem como eleitos para o Senado no material da cobertura. Lula também terminou na primeira posição na votação presidencial piauiense.
Em Pernambuco, Raquel Lyra (PSD) conquistou a reeleição no primeiro turno, com 53,27% dos votos válidos e 2.805.438 votos, segundo o TSE. Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT) ficaram com as duas vagas para o Senado apresentadas no levantamento, enquanto Lula liderou a votação para presidente no estado.
No Maranhão, Eduardo Braide (PSD) foi eleito governador no primeiro turno. Com 99,97% das urnas apuradas no momento em que a eleição foi definida, ele tinha 54,03% dos votos válidos e 2.103.882 votos. Fufuca (PP) e Lahesio Bonfim (Novo) aparecem nas duas primeiras posições da disputa pelo Senado no material regional, e Lula terminou à frente na votação presidencial maranhense.
O Rio Grande do Norte foi a exceção entre os estados nordestinos. A disputa pelo governo seguirá para o segundo turno entre Allyson Bezerra (União) e Cadu de Lula (PT). Com 100% das urnas apuradas, o TSE registrou 36,94% para Allyson e 36,16% para Cadu. A nova votação ocorrerá em 25 de outubro.
Em Sergipe, Fábio Mitidieri (PSD) garantiu a reeleição ainda no primeiro turno. O resultado oficial apontou 59,27% dos votos válidos e 727.291 votos. Rogério Carvalho (PT) e Delegado Alessandro (MDB) aparecem como eleitos para o Senado, enquanto Lula ficou na primeira colocação da votação presidencial no estado.
Em Alagoas, o material-base enviado apresenta uma inconsistência que precisa ser corrigida antes da publicação: ele identifica JHC (PSDB) como eleito com 48,58%, mas, no mesmo trecho, atribui 51,06% a Renan Filho (MDB). Como os percentuais contradizem a indicação de eleito, esse resultado não deve ser consolidado no resumo até a conferência no resultado oficial da Justiça Eleitoral.
No conjunto regional, a votação presidencial apresentou um padrão diferente daquele observado no Sudeste: Lula terminou na primeira colocação nos estados nordestinos cujos dados presidenciais constam no levantamento, enquanto Flávio Bolsonaro aparece na segunda posição. Na disputa pelos governos, oito estados tiveram definição no primeiro turno e somente o Rio Grande do Norte seguirá para uma nova votação em 25 de outubro.
Eleições 2026: Norte
No Acre, a disputa pelo Governo do Estado ficou para o segundo turno. Com 100% das urnas apuradas, Mailza Assis (PP) e Alan Rick (Republicanos) foram os dois candidatos mais votados e avançaram para a segunda etapa. Para o Senado, Márcio Bittar (PL) e Mara Rocha (Republicanos) foram eleitos.
No Amapá, a eleição para o Governo do Estado foi definida no primeiro turno. Dr. Furlan (PSD) foi eleito governador, enquanto Clécio (União) terminou na segunda colocação. Para o Senado, Rayssa Furlan (PODE) e Lucas Barreto (PSD) conquistaram as duas vagas destinadas ao estado.
No Amazonas, a escolha do governador também ficou para o segundo turno. Omar Aziz (PSD) e Professora Maria do Carmo (PL) foram os dois candidatos mais votados e disputarão a segunda etapa. No Senado, Eduardo Braga (MDB) e Plínio Valério (PSDB) foram eleitos.
No Pará, Dr. Daniel (PODE) foi eleito governador no primeiro turno, com Hana Ghassan (MDB) na segunda colocação. Para o Senado, Helder (MDB) e Chicão (União) foram eleitos para as duas vagas do estado.
Em Rondônia, Marcos Rogério (PL) foi eleito governador no primeiro turno, com Adailton Fúria (PSD) terminando na segunda colocação. Para o Senado, Dr. Fernando Máximo (PL) e Bruno Scheid (PL) foram eleitos.
Em Roraima, Arthur Henrique (PL) alcançou a maioria dos votos válidos e foi eleito governador no primeiro turno. Soldado Sampaio (Republicanos) ficou na segunda colocação. Para o Senado, Nicoletti (PL) e Teresa Surita (MDB) foram eleitos.
No Tocantins, a eleição para o Governo do Estado terá segundo turno entre Professora Dorinha (União) e Vicentinho Júnior (PSDB), que terminaram nas duas primeiras posições com 100% das seções totalizadas. Para o Senado, Eduardo Gomes (PL) e Alexandre Guimarães (MDB) foram eleitos.
Ao todo, três dos sete estados da Região Norte terão segundo turno para governador: Acre, Amazonas e Tocantins. Nos outros quatro estados, a eleição para o Governo foi definida no primeiro turno.
Eleições 2026: Centro-Oeste
O Centro-Oeste já está praticamente definido Eleições 2026. A região terminou o primeiro turno com três governadores eleitos diretamente e apenas uma disputa encaminhada ao segundo turno, além de mostrar vantagem de Flávio Bolsonaro sobre Lula na votação presidencial em cada um dos três estados e no Distrito Federal.
Em Goiás, Daniel Vilela (MDB) garantiu a eleição para o governo no primeiro turno com 2.148.218 votos. Na disputa pelo Senado, Gustavo Gayer (PL), com 1.639.247 votos, e Gracinha Caiado (UNIÃO), com 1.458.522, ocupam as duas primeiras posições. Na votação presidencial goiana, Flávio Bolsonaro (PL) lidera a disputa contra Lula (PT). Entre os candidatos proporcionais, Bruno Peixoto (UNIÃO) aparece na primeira posição para deputado federal com 207.899 votos, enquanto Carol do Amiltinho (MDB) lidera a votação para a Assembleia Legislativa estadual, com 109.002 votos.
Mato Grosso também definiu o governo sem necessidade de segundo turno. Otaviano Pivetta (Republicanos) foi eleito ao receber 1.128.099 votos. Para o Senado, Mauro Mendes (UNIÃO), com 1.187.352 votos, e Zé Medeiros (PL), com 977.777, aparecem nas duas primeiras colocações. Na eleição presidencial dentro do estado, a liderança também fica com Flávio Bolsonaro (PL), que mantém vantagem sobre o candidato petista. Coronel Fernanda (PL) registra 205.064 votos na disputa para deputada federal, enquanto Max Russi (PODE) lidera a votação nominal para deputado estadual, com 86.934 votos.
Em Mato Grosso do Sul, o cenário se repetiu no Executivo estadual. Eduardo Riedel (PP) encerrou a disputa no primeiro turno ao somar 914.323 votos. Carlos Reinaldo Azambuja (PL), com 903.554 votos, e Capitão Contar (PL), com 856.045, ocupam as primeiras posições para o Senado. Assim como no restante da região, Flávio Bolsonaro (PL) alcança a liderança na votação presidencial sul-mato-grossense. Nas disputas proporcionais, Camila Jara (PT) aparece na primeira posição nominal para deputada federal, com 154.157 votos, e Zé Teixeira (PL) lidera entre os candidatos a deputado estadual, com 54.080.
O Distrito Federal terá a única disputa de segundo turno para o Executivo na região. Celina Leão (PP) chegou a 49,93% (825.530 votos), mas não atingiu a maioria absoluta necessária para encerrar a eleição no primeiro turno. Ela enfrentará Leandro Grass (PT), que obteve 34,47% (569.930 votos). Para o Senado, Michelle Bolsonaro (PL), com 938.496 votos, e Bia Kicis (PL), com 886.616, aparecem nas primeiras posições nos dados apresentados. Na votação para presidente, Flávio Bolsonaro também registra vantagem contra Lula na capital federal. Fábio Felix (PSOL), com 224.224 votos, lidera a expressiva votação nominal para deputado federal, enquanto Max Maciel (PSOL), com 92.234, ocupa a primeira posição entre os deputados distritais.