Duque nega participação em atos ilícitos na Petrobras

O engenheiro Renato Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras e preso pela Operação Lava Jato, negou ter participado de ilícitos cometidos na estatal

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Por meio de sua assessoria de imprensa, ele disse que “desconhece a existência de cartel envolvendo fornecedores da companhia”.

Duque afirmou que os processos licitatórios, durante sua gestão na Diretoria de Serviços da estatal, “eram pautados por critérios técnicos”.

A assessoria do ex-diretor afirmou que “nenhum profissional da companhia ou de fora dela possuía autorização para representar Renato Duque, enquanto titular da Diretoria de Serviços da Petrobras”.

A assessoria destaca que o executivo da Galvão Engenharia Erton Fonseca, “em seu próprio depoimento, conforme informações publicadas na imprensa, afirma que não se recorda de Renato Duque ter solicitado diretamente qualquer vantagem”.

Sem resposta. A reportagem fez contatos no escritório e deixou recados para o advogado Luis Fernando Sendai Nakandakari – apontado como destinatário da quantia supostamente extorquida da empreiteira -, mas não houve resposta. Questionada sobre os contratos que a Galvão Engenharia alega ter sido alijada e as licitações que a empreiteira diz ter vencido, mas mesmo assim não ter sido contratada, a Petrobras não se manifestou até esta edição ser concluída.

A estatal tem reiterado que está colaborando com as investigações do caso e que apura eventuais irregularidades por meio de comissões internas de sindicância. 

  • Publicado: 29/01/2026
  • Alterado: 29/01/2026
  • Autor: 16/08/2023
  • Fonte: FERVER