Donald Trump justifica ataque militar e prisão de Maduro

Presidente americano utiliza o Artigo II para legitimar operação sem aval prévio do Congresso; Donald Trump fará coletiva na Flórida

Crédito: FotosPúblicas

A operação militar que resultou na captura de Nicolás Maduro neste sábado (3) foi pessoalmente defendida por Donald Trump. O presidente dos Estados Unidos fundamentou a ação no Artigo II da Constituição americana, que lhe confere poderes como comandante-chefe das Forças Armadas. Segundo fontes do governo, a medida foi necessária para garantir a segurança dos agentes envolvidos e neutralizar o que a Casa Branca classifica como uma ameaça regional.

Tensão Institucional e críticas ao Governo de Donald Trump

Apesar de o governo alegar ter enviado notificações à liderança do Congresso, a operação gerou controvérsias sobre a autonomia do Executivo.

  • Falta de Protocolo: Críticos apontam que Donald Trump ignorou a tradição de consultar líderes legislativos antes de ordens de ataque.
  • Contradição Interna: A própria chefe de gabinete, Susie Wiles, havia declarado anteriormente que ações desse porte na Venezuela exigiriam autorização formal do Congresso.
  • Justificativa de Rubio: O secretário de Estado, Marco Rubio, reforçou a tese de Donald Trump, afirmando que a prioridade era a proteção imediata de cidadãos americanos na zona de conflito.

Relatos de Destruição em Caracas

Enquanto Donald Trump classificava a incursão como uma “operação brilhante”, moradores da capital venezuelana viviam momentos de pânico. Explosões contínuas foram ouvidas por cerca de 90 minutos, seguidas por bleautes gerais em diversas regiões.

“O céu ficou avermelhado e sentimos o solo tremer com a força das detonações”, relataram testemunhas em áreas costeiras de Caracas.

Restrições Aéreas e Próximos Passos

Como consequência direta da movimentação ordenada por Donald Trump, a Administração Federal de Aviação (FAA) proibiu voos civis no espaço aéreo da Venezuela, citando riscos extremos à segurança.

O presidente americano convocou a imprensa para uma coletiva de emergência em sua residência na Flórida ainda hoje. A expectativa é que Donald Trump apresente evidências da operação e detalhe o paradeiro de Maduro, enquanto a comunidade internacional aguarda para ver se o Congresso americano reagirá à falta de consulta prévia.

  • Publicado: 29/01/2026
  • Alterado: 29/01/2026
  • Autor: 03/01/2026
  • Fonte: FERVER