Dinheiro fácil para o microempreendedor
Artigo de Tadeu Morais, secretário estadual do Emprego e Relações do Trabalho
- Publicado: 29/01/2026
- Alterado: 10/12/2013
- Autor: Redação
- Fonte: FERVER
Se você mora no estado de São Paulo e não é um empreendedor, provavelmente conhece alguém que tem uma boa ideia ou que sustenta a família através de um pequeno negócio. Esse alguém, ou conseguiu montar sua empresa através de recursos próprios ou tomou dinheiro emprestado. Esse dinheiro emprestado pode ter vindo de bancos convencionais que praticam taxas elevadíssimas de juros ou do Banco do Povo Paulista (BPP). Se veio de bancos comerciais, é possível que a pessoa reclame da burocracia, da alta taxa de juros. Se veio do BPP, o cidadão paga 0,5% (meio porcento) de juros mensais e, em 99,7% dos casos está satisfeito ou muito satisfeito com o programa.
Se não fosse apenas pela forma desburocratizada de emprestar dinheiro e excelente taxa de juros, o BPP está presente em quase todos os municípios de São Paulo. O governador Geraldo Alckmin já determinou que precisamos implantar em todas as 645 cidades. Vamos chegar lá.
O banco tem linhas de crédito especiais para motofretistas, taxistas, produtores rurais. Sem esquecer dos muturários da CDHU que podem ampliar ou reformar suas residências através do empréstimo, com a mesma taxa barata de juros.
Qualquer empréstimo, que varia de R$ 200 a R$ 15 mil, pode ser pago em até 36 meses. O tomador pode ter empresa formalizada ou ser pessoa física. Ou seja, a costureira, bordadeira, cozinheira, o mecânico, a dona do pequeno salão de beleza, a vendedora de produtos de beleza, um pequeno comerciante. Todos podem ser beneficiados pelo BPP.
TODO ESSE SUCESSO TEM NOME E SOBRENOME.
O nome é Agente de Crédito, o profissional responsável pelo atendimento ao cidadão empreendedor em todo o estado. Esses agentes acabam de superar a meta estipulada de R$ 20 milhões (os empréstimos alcançaram R$ 22,3 milhões) em novembro, quando foi realizado o 6º Mutirão de Microcrédito do BPP.
O sobrenome é Governo do Estado de São Paulo que investe, apoia e entende que o microempreendedorismo é fonte de renda para milhares. Mas, ao mesmo tempo, é fonte de receita para milhões que são empregados pelos pequenos negócios do Estado.