Diadema recebe a primeira unidade da Direito de Ouvir no ABC

Rede Direito de Ouvir objetiva resgatar a saúde auditiva dos moradores da região, oferecendo assistência fonoaudiológica e técnica. Na Inauguração, grátis, checkup auditivo

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No dia 14 de junho, terça-feira, a cidade de Diadema vai receber a primeira unidade da Direito de Ouvir, rede de clínicas de aparelhos auditivos. A empresa, que está no mercado desde 2007, tem como propósito ampliar o acesso à saúde auditiva e levar qualidade de vida às pessoas através de aparelhos com alta tecnologia e com preços acessíveis. A inauguração contará com a presença de médicos da área e os interessados receberão gratuitamente um checkup auditivo.

Ao lado do marido Diego Scariot, a fonoaudióloga Francine Scariot vai comandar a loja, que ficará localizada na Avenida Alda, 272, Centro de Diadema. A especialista, que sempre teve o sonho de ter o próprio espaço para tratar pessoas com diferentes graus de deficiência auditiva, encontrou na Direito de Ouvir a oportunidade. ‘‘ A expectativa é muito boa, pois sabemos que há uma carência na região de clinicas especializadas no assunto. Vamos devolver qualidade de vida para tantos moradores do ABC que sofrem com a perda de audição e inclui-los novamente na sociedade’’, afirma Francine.

Entre as vantagens que os moradores de Diadema terão com a chegada da clínica de reabilitação auditiva estão os preços mais acessíveis e condições de pagamento para adquirir aparelhos modernos, que custam de R$2 mil a R$15 mil. Além de uma loja própria e cinco franquias, a Direito de Ouvir mantem parceria com mais de 400 fonoaudiólogos em todo Brasil e atualmente é a empresa de maior capilaridade no segmento de aparelhos auditivos brasileiro.Um dos maiores impedimentos para uma pessoa com problema auditivo fazer o tratamento adequado é a vergonha e a insegurança de usar a prótese auditiva.  Pensando nisso, a Direito de Ouvir tem o cuidado de trabalhar com aparelhos com designs discretos e tamanhos menores, que aliam conforto e eficiência, assim, é possível ouvir bem quebrando a barreira do preconceito.   As múltiplas funções disponíveis nos modelos atuais permitem até ouvir música ou se conectar com o celular ou tablet.

DEFICIÊNCIA AUDITIVA NO ABC
Dados do Senso 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontam que existem cerca de 538.744 pessoas com algum tipo de deficiência em Santo André, São Bernardo, Diadema e Mauá. O número equivale a 30% da população total desses quatro municípios.

DEFICIÊNCIA AUDITIVA NO BRASIL E NO MUNDO
No Brasil, não é difícil encontrar crianças, jovens, adultos e, principalmente, idosos que sofrem com a perda de audição.  Na terceira idade o problema aparece com ainda mais frequência.  De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a perda auditiva acomete um terço da população acima de 65 anos e metade daqueles com mais de 75 anos.

Ainda segundo a OMS, a deficiência auditiva é o mais frequente déficit sensorial da população humana, afetando mais de 360 milhões de pessoas no mundo todo.  No Brasil, mais de 15 milhões sofrem com o problema e, destes, aproximadamente 60% ignoram a doença.

SOBRE A DIREITO DE OUVIR
No mercado desde 2007, a missão da Direito de Ouvir é possibilitar às pessoas com perda auditiva uma melhor qualidade de vida através de uma ampla variedade de aparelhos com preços acessíveis e alta tecnologia. A empresa adotou formato de franquia em 2013 para possibilitar que empreendedores de diferentes segmentos – e não apenas fonoaudiólogos – pudessem ter a chance de trabalhar com a marca, considerada uma das mais importantes no segmento de aparelhos auditivos no Brasil. O sucesso fez com que em 2014, a rede se juntasse à multinacional Amplifon, líder mundial em soluções auditivas, presente em 22 países. A Direito de Ouvir possui cerca de 400 fonoaudiólogas credenciadas, uma loja própria e cinco franquias em diferentes regiões do país. 

  • Publicado: 29/01/2026
  • Alterado: 29/01/2026
  • Autor: 08/06/2016
  • Fonte: FERVER