Curso no SEHAL ajuda empresários a lucrar e reduzir custos
Evento foi realizado em parceria com o Grupo Betel, especializado em segurança alimentar
- Publicado: 29/01/2026
- Alterado: 22/06/2018
- Autor: Redação
- Fonte: FERVER
O objetivo de todo o estabelecimento comercial, de reduzir custos e lucrar mais foi o enfoque do workshop realizado gratuitamente na tarde de quinta-feira (21) no SEHAL (Sindicato das Empresas de Alimentação e Hospedagem do Grande ABC). Dirigido aos proprietários e profissionais da categoria na Região, o evento teve a parceria do Grupo Betel, especializado em segurança alimentar. A escola SEHAL fica localizada na Rua Laura, 214, Centro, Santo André.
O curso destacou aspectos para serem observados pela gestão do empreendimento como diminuir custos com a equipe, matéria prima, desperdícios de alimentos, produtos e higienização.
Ministrado pela auditora Luciana Rodrigues de Almeida, do Grupo Betel, com sede em São Caetano, a principal estratégia é o planejamento, seja de um empreendimento que será criado ou de um já estabelecido. “Nada dá certo, sem isso”, disse.
Entre os diversos tópicos, o treinamento e motivação dos colaboradores são orientações fundamentais para os empresários. “O envolvimento da equipe é muito importante. Sem comunicação, o trabalho não flui. Além disso, em reuniões se descobrem talentos e ainda motiva o funcionário que se sente fazendo parte do negócio”, explicou.
Acima de tudo, adotar essas ações resultam em eliminar perdas, aumentar a produtividade e diminuir a rotatividade.
Luciana destacou que o coração de um restaurante não é a cozinha ou a produção, mas sim o estoque. “Se não tiver um armazenamento adequado, não se tem o resto. Se ele bater descompassado, o final está errado. É preciso observar o controle de recebimento como produto danificado, vencido, violado, qualidade e pesagem incorreta”, afirmou.
A sazonalidade dos produtos também é um ponto a ser considerado. “A compra de alimentos deve ser os da época que têm melhor qualidade e preço por serem itens típicos do período o que, consequentemente, resulta em redução de custos”, ensinou. A redução do desperdício de alimentos passa pela quantidade de itens comprados, da frequência do uso e do descarte.
Algumas práticas ainda devem ser consideradas como manutenção dos equipamentos e consumo de água e energia. “É fundamental conscientizar o funcionário sobre uma torneira aberta indevidamente, por exemplo”.
A auditora lembrou que é necessário rever conceitos e elaborar planilhas de sobras como o que é comprado, preparado e vendido. “A conta tem que bater, o que entra tem que ser maior que o gasto, senão pode haver desperdício como descarte desnecessário ou preparo errado”, explicou.
O presidente do SEHAL, Roberto Moreira, reforçou que o SEHAL está à disposição da categoria, possui serviços, benefícios, cursos gratuitos, qualificação e capacitação que ajudam o desenvolvimento dos estabelecimentos.