Coreia do Norte pede ‘restauração da democracia’ após prisão de Maduro

Pyongyang critica detenção de Nicolás Maduro, alerta para soberania e acusa interferência externa dos EUA na crise venezuelana.

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A Coreia do Norte declarou oficialmente, nesta quarta-feira, que monitora com atenção máxima os desdobramentos recentes na Venezuela, especificamente a detenção de Nicolás Maduro. Em um movimento diplomático enfático, o governo asiático expressou a expectativa imediata de que a ordem democrática seja reestabelecida no país sul-americano.

Autoridades de Pyongyang destacaram a necessidade de respeitar a vontade popular. O porta-voz do líder Kim Jong-Un defende que a normalização política ocorra rapidamente, priorizando o diálogo construtivo em detrimento do conflito.

Essa postura diplomática da Coreia do Norte inclui um apelo direto para a redução das tensões regionais. O regime garantiu ainda a implementação de medidas para proteger seus cidadãos que residem atualmente em território venezuelano.

“O governo espera sinceramente que a democracia seja restaurada com o devido respeito à vontade do povo venezuelano e que a situação na Venezuela seja estabilizada em breve por meio do diálogo.” — Ministério das Relações Exteriores.

Posicionamento da Coreia do Norte sobre os EUA

O comunicado classifica os eventos recentes como uma “grave violação” da soberania de Caracas e uma transgressão clara do direito internacional. Representantes da Coreia do Norte acusam os Estados Unidos de adotarem uma conduta desonesta e brutal na condução da crise.

Em entrevista à agência estatal KNCA, o porta-voz alertou sobre os perigos da ingerência externa. Segundo a visão de Pyongyang, ações similares às impulsionadas pelo ex-presidente Donald Trump servem apenas para agravar a instabilidade em uma região já extremamente vulnerável.

A comunidade internacional precisa avaliar a seriedade deste cenário. O comunicado encerra reforçando que uma resposta coletiva é vital para resolver a complexidade do problema, posição defendida firmemente pela Coreia do Norte.

  • Publicado: 13/02/2026
  • Alterado: 13/02/2026
  • Autor: 04/01/2026
  • Fonte: Sorria!,