Consórcio Intermunicipal Grande ABC cria Agência Reguladora
PEC 66/2023, criação da Agência Reguladora e central de compras foram algumas das pautas discutidas na assembleia geral do mês de junho do Consórcio Intermunicipal Grande ABC, na manhã desta terça-feira (17)
- Publicado: 13/02/2026
- Alterado: 17/06/2025
- Autor: Redação
- Fonte: Sorria!,
Mais uma vez os prefeitos das sete cidades do ABC, mais o da Capital, estiveram reunidos, na manhã desta terça-feira (17), para a Assembleia Geral do mês de junho do Consórcio Intermunicipal Grande ABC, que, entre as pautas, formalizou a criação da Agência Reguladora do órgão, e da central de compras e ainda rendeu assunto sobre a PEC 66/2023.
Ao conceder a coletiva, o presidente do órgão regional e prefeito de São Bernardo do Campo, Marcelo Lima, comentou as ausências e que tem um propósito: buscar uma solução para PEC 66/2023.

“Estão discutindo lá – em Brasília – o prefeito Taka e o prefeito Gilvan, estão representando a nossa região, trabalhando firme na PEC 66. Então eles estão discutindo, são os dois prefeitos que estão ali firmemente lutando, inclusive o prefeito Ricardo Nunes também, trabalhando lá fortemente, para que a gente possa ter essa aprovação rápida. Os prefeitos Taka e o Gilvan foram os nossos líderes aqui que estão acompanhando esse processo lá, e hoje tem reunião importante na parte da tarde”, revelou Marcelo.
Ausências e representantes
Ausentes na reunião, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, foi representado por Enrico Misasi, secretário da Casa Civil de São Paulo, e do lado do ABC, as ausências de Tite Campanella – em viagem – e Taka Yamauchi, prefeitos de São Caetano e Diadema, e representados por Bruno Vassari, secretário de Governo, e Kiko Teixeira, secretário de Administração e Gestão de Pessoas, respectivamente.
Agência Reguladora do Consórcio
Sobre a Agência Reguladora do Consórcio, o novo braço da entidade será responsável por fazer uma gestão em conjunto para aquisições de produtos que sejam de interesse das cidades e contribuirá para a economia dos municípios.

“Hoje, aprovamos, em assembleia, a Agência Reguladora do Consórcio. Isso traz economicidade, traz uma gestão em conjunto, interage com os municípios, e vamos criar a Agência Reguladora aqui do Consórcio Intermunicipal para atender todas as cidades. Ao mesmo tempo, a curto, médio e longo prazo, essa agência vai ter a oportunidade de ser como uma Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo), por exemplo”, destacou Lima, que afirmou que a ideia é que este equipamento consiga vender seus serviços e se torne autossustentável, sendo a grande missão.
Além de regular
Outro ponto destacado pelo presidente é que cada município não terá custo individual para ter sua agência própria e que o novo braço do Consórcio poderá gerar inclusive receita.
“Então essa Agência Reguladora vem para que a gente possa minimizar o impacto financeiro de cada cidade, centralizando no Consórcio. O Consórcio não vai ter custo, porque vai usar o orçamento próprio com as mensalidades de cada cidade. Com isso, desafoga os recursos individuais de cada cidade. Portanto, vamos ter uma agência reguladora que vai poder prestar serviço para fora e, assim, ser autossustentável. E vai além de ser autossustentável, vai trazer recursos para o Consórcio para outros investimentos, inclusive”, ressaltou Lima.
Mais novidades
Lima entrou também no tema sobre a aquisição, pelas cidades, de itens para diversas áreas, o que dará origem a um novo equipamento para o Consórcio, e que começará pela Segurança e Saúde,.

“O Consórcio Intermunicipal também começa a criação, neste momento, da central de compras para o ABC Paulista, e nós vamos iniciar por dois temas, saúde e segurança, para que a gente possa ter uma grande ata de medicamentos. Por exemplo, onde cada cidade, na medida da sua necessidade, e que convenha, poderá aderir a essa ata, e faz a compra pela ata. Então, essa ata, como é maior, fala de sete cidades, a gente entende que vai ter um custo mais baixo para cada município comprar”, sugere o presidente.
Com o mesmo raciocínio, o prefeito de São Bernardo elencou o que poderá ser adquirido para a Segurança e reiterou a economia como o ponto a ser observado.
“Na Segurança, compra de coletes, fardamento, armamento, para munição, para tudo aquilo que as Guardas Civis Municipais usam. Então, a gente vai criar atas para que as cidades possam interagir e ter a oportunidade de comprar mais barato, e, assim, trazer mais austeridade e economicidade às cidades da nossa região”, comemorou o chefe do Executivo São-Bernardense.