Consórcio ABC debate impactos da reforma tributária em reunião
Consórcio ABC debate os impactos da reforma tributária na gestão municipal e estratégias de mobilidade urbana com lideranças regionais
- Publicado: 24/07/2026 16:16
- Alterado: 24/07/2026 16:16
- Autor: Gabriel de Jesus
- Fonte: Consórcio ABC
O Consórcio Intermunicipal Grande ABC promoveu, nesta segunda-feira (20), uma reunião com o secretário-executivo da Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP), Gilberto Perre. O encontro teve como foco principal analisar os impactos da reforma tributária nas finanças dos municípios, além de tratar de propostas integradas para a mobilidade urbana regional.
Impactos nas finanças municipais
Durante a apresentação aos secretários municipais das pastas de Finanças e Mobilidade Urbana, Perre detalhou os desafios da reforma tributária. O debate centrou-se na reorganização das competências fiscais e no modelo de arrecadação compartilhada entre estados e cidades.
A atuação da FNP nas negociações busca assegurar equilíbrio na governança da reforma tributária, garantindo representatividade aos municípios dentro do Conselho Superior do novo tributo.
“O Consórcio tem a missão de articular os municípios em torno de pautas estratégicas. Debates como a reforma tributária e a mobilidade urbana exigem visão regional e atuação coordenada, e é nesse sentido que buscamos fortalecer a integração entre as cidades do Grande ABC”, afirmou o secretário-executivo do Consórcio ABC, Gilmar Viana.
Discussão da reforma tributária e governança regional
Além dos pontos fiscais, o encontro abriu espaço para alinhar estratégias de transporte e infraestrutura metropolitana.
Um dos temas centrais foi a implementação do Sistema Nacional de Informações de Mobilidade Urbana (SIMU). Trata-se de uma plataforma do Governo Federal criada para consolidar dados do setor e subsidiar a formulação de políticas públicas regionais.
Com a consolidação da reforma tributária, a articulação regional liderada pelo Consórcio ABC busca preparar as prefeituras para as transições administrativas e para a gestão integrada de serviços públicos nos próximos anos.