Conheça as 10 cidades com maior número de startups no Estado

São Paulo lidera inovação com 55% das startups nacionais; 97% em parceria com o setor público. Saúde, TI e agronegócio são destaques no cenário empreendedor.

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O recente Sebrae Startups Report 2024, que analisa o cenário das empresas inovadoras no estado de São Paulo, destaca a significativa participação do governo estadual na promoção desses empreendimentos emergentes. O estudo revela que as dez principais cidades em termos de quantidade de startups estão alinhadas ao Sistema Paulista de Ambientes de Inovação (Spai). Este é um programa sob a alçada da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SCTI) que atualmente possui 50 ambientes credenciados. Uma descoberta notável é que 97% das startups colaboram com o setor público.

De acordo com o relatório, São Paulo é responsável por concentrar uma expressiva parcela das startups brasileiras voltadas para a ciência e tecnologia, abrigando 55% dessas empresas.

As dez cidades líderes em número de startups no estado são todas integradas ao Spai, que é composto por parques tecnológicos, centros de inovação e incubadoras dedicadas a empresas tecnológicas. Além destas, há outras 17 cidades no ranking, somando 28 que participam deste sistema. Juntas, elas abrigam um total de 3.052 startups.

Elaborado pelo Observatório Sebrae Startups, o documento destaca os setores mais dinâmicos para as startups paulistas: Saúde e Bem-estar (15,43%), Tecnologia da Informação (15,09%) e Educação (13,41%). O agronegócio também se sobressai com 11,22%, sublinhando a relevância do setor agrícola na economia estadual e a crescente demanda por inovações tecnológicas no campo. As startups analisadas variam desde aquelas em fase inicial até as mais maduras.

Vahan Agopyan, secretário da SCTI, ressaltou a importância crescente do setor de inovação para a economia e sociedade paulista. “Estamos satisfeitos em contribuir para essa trajetória de crescimento e diversificação”, afirmou.

No tocante ao financiamento, o relatório indica que o investimento público é a principal fonte de capital para essas empresas, representando 36% dos aportes. Seguem-se os investidores-anjos com 31%, enquanto programas de aceleração correspondem a 18%, além de outras modalidades alternativas de financiamento.

  • Publicado: 20/01/2026
  • Alterado: 20/01/2026
  • Autor: 04/12/2024
  • Fonte: Farol Santander São Paulo