Confraria da Praça pode virar Patrimônio Imaterial em São Caetano
Projeto do vereador Américo Scucuglia, busca reconhecer atuação solidária e cultural do grupo como exemplo de cidadania ativa e generosidade comunitária
- Publicado: 20/01/2026
- Alterado: 28/05/2025
- Autor: Redação
- Fonte: Farol Santander São Paulo
O vereador Américo Scucuglia (PRD) protocolou um projeto de lei que propõe o reconhecimento da Confraria da Praça como Patrimônio Cultural Imaterial de São Caetano do Sul. A iniciativa destaca a importância do grupo por sua atuação social significativa, seu compromisso com a solidariedade e a constante promoção de valores humanitários.
Segundo o parlamentar, o reconhecimento busca valorizar a cultura da generosidade, incentivar o protagonismo cidadão e preservar uma prática que enriquece o município “não apenas materialmente, mas espiritual e humanamente”.
Referência em solidariedade comunitária
A Confraria da Praça se notabilizou por organizar, com frequência, ações solidárias em benefício de instituições assistenciais da cidade. Para Américo Scucuglia, o grupo representa mais do que um coletivo informal: trata-se de um exemplo de como a mobilização comunitária pode transformar realidades locais.
“Eles representam um exemplo concreto e inspirador de como a mobilização comunitária pode gerar impactos duradouros e positivos”, declarou o vereador.
Documentação regular e atuação transparente
No texto do projeto, o vereador ressalta que a Confraria atua de forma regularizada, com Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) e Estatuto Social devidamente registrado. Esses elementos reforçam a seriedade das ações promovidas e a legitimidade do pedido de reconhecimento oficial.
Cultura da solidariedade e cidadania ativa
O projeto destaca ainda que esse reconhecimento é um instrumento para incentivar práticas cidadãs que aproximam o poder público da população e resgatam valores coletivos essenciais. “Esse reconhecimento é justo e necessário a um grupo que tanto contribui para o bem-estar coletivo e para a construção de uma cidade mais solidária, justa e humana”, concluiu Scucuglia.