Com mudanças, Brasileirão feminino começa neste sábado; veja detalhes
O torneio contará com a participação de 16 clubes e promete trazer grandes emoções ao longo das 15 rodadas programadas.
- Publicado: 29/01/2026
- Alterado: 21/03/2025
- Autor: Redação
- Fonte: PMSA
O Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino inicia sua nova temporada neste sábado, dia 22, com dois confrontos de destaque: Juventude enfrentando o América-MG e Internacional medindo forças contra o Bahia. O torneio contará com a participação de 16 clubes e promete trazer grandes emoções ao longo das 15 rodadas programadas.
Uma das principais inovações desta edição é a mudança nas regras relacionadas ao rebaixamento para a Série A2. Diferentemente de anos anteriores, nesta temporada, apenas duas equipes estarão sujeitas ao descenso, enquanto quatro times terão a oportunidade de ascender à elite do futebol feminino. Essa mudança visa uma ampliação gradual da competição, com o objetivo da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) de alcançar 20 clubes na disputa pelo título até o ano de 2027.
Os clubes que lutarão pelo título em 2023 incluem: 3B da Amazônia, América-MG, Bahia, Corinthians – atual campeão –, Cruzeiro, Ferroviária, Flamengo, Fluminense, Grêmio, Internacional, Juventude, Palmeiras, Red Bull Bragantino, Real Brasília, Sport Recife e São Paulo.
Em um esforço para melhorar as condições das equipes participantes, a CBF anunciou um aumento de 20% nas cotas financeiras destinadas aos clubes. Embora os valores exatos não tenham sido revelados, essa elevação é um passo significativo para garantir maior suporte financeiro. Além disso, houve um aumento no número permitido de integrantes das delegações para até 30 pessoas, abrangendo os custos com transporte e alimentação.
Outra importante adição ao regulamento deste ano é a implementação do protocolo de concussão. Este novo procedimento permitirá que uma substituição adicional seja feita caso uma jogadora sofra um impacto na cabeça durante a partida. Essa medida visa proteger a saúde das atletas e garantir a integridade física durante os jogos.
A CBF também adotará desde o início do torneio o Protocolo Antirracista da FIFA. Essa iniciativa permitirá que jogadoras e árbitros possam sinalizar atos racistas durante as partidas através de um gesto específico: cruzar os braços em formato de X. Esta ação representa um compromisso em combater a discriminação no esporte.
Com essas mudanças significativas e um campeonato repleto de talento e competitividade, o Brasileirão Feminino de 2023 se apresenta como uma temporada promissora para todas as envolvidas.