Ciclopassarela Érika Sallum sofre danos após forte chuva em São Paulo

Recém-inaugurada, a ciclopassarela foi aberta ao público há menos de três semanas e teve um custo estimado em R$ 46 milhões

Crédito: Reprodução

Na noite de terça-feira, 18, uma forte tempestade atingiu São Paulo, resultando no colapso de uma parte da ciclopassarela Érika Sallum, que atravessa o Rio Pinheiros. O incidente ocorreu por volta das 20h30 e afetou a rede aérea da Linha 9-Esmeralda, interrompendo temporariamente a circulação de trens entre as estações Pinheiros e Vila Olímpia.

Recém-inaugurada, a ciclopassarela foi aberta ao público há menos de três semanas e teve um custo estimado em R$ 46 milhões. A estrutura metálica, que se encontrava a cerca de oito metros de altura em relação à Marginal Pinheiros, caiu sobre os cabos de energia da linha férrea, causando um impacto significativo no sistema elétrico.

A remoção dos escombros foi realizada durante a madrugada seguinte, permitindo que os técnicos restaurassem os cabos danificados e restabelecessem o funcionamento normal do transporte ferroviário.

Até o fechamento desta reportagem, a Prefeitura de São Paulo não havia se manifestado sobre o incidente.

A ciclopassarela homenageia a jornalista e cicloativista Érika Sallum, falecida em 2021 devido a complicações relacionadas ao câncer de mama. A obra, iniciada em dezembro de 2023, conecta os bairros Butantã e Pinheiros e possui uma extensão total de 685 metros.

De acordo com informações da administração municipal, estima-se que a passarela atenda cerca de 166 mil pessoas diariamente, oferecendo uma alternativa segura para pedestres e ciclistas que desejam transitar entre as duas margens do rio. O acesso pela zona de Pinheiros é feito nas proximidades da estação Hebraica-Rebouças da Linha 9-Esmeralda.

  • Publicado: 29/01/2026
  • Alterado: 29/01/2026
  • Autor: 19/02/2025
  • Fonte: FERVER