Campanha do Novo Fusca 2013
Participação de Mussum em peças de mídia digital atrai a atenção para a campanha do Novo Fusca e relembra o jeito peculiar de falar do comediante
- Publicado: 12/03/2013 15:17
- Alterado: 22/08/2023 21:07
- Autor: Redação
- Fonte: VW
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Segundo o Facebook, a peça do Fusca divulgada na página de
logout da rede social teve o maior retorno em número de cliques da história do
site no Brasil
Com a assinatura “Novo Fusca. O carro voltou”, a
campanha publicitária do modelo também conta com filmes e anúncios em revistas.
Como parte integrante da campanha publicitária do Novo
Fusca, a Volkswagen do Brasil acaba de lançar ações de mídia digital. Criados
pela agência AlmapBBDO, as peças trazem o inesquecível Mussum como estrela da
campanha. A participação do comediante em peças de mídia em diversos portais,
além do site do carro e nas redes sociais, não só está atraindo a atenção para
a campanha como relembra o jeito peculiar de falar que tornou Mussum famoso.
Em uma delas, por exemplo, ele avisa: “Olha quem
voltousis!”, diante da imagem do Novo Fusca. A peça fez tanto sucesso que,
em apenas um dia, impactou mais de 28 milhões de pessoas, gerando 48.000 likes
(curtir) e 16.971 compartilhamentos.
Nas peças, os títulos brincam com a maneira característica
do comediante de transformar as palavras para falar das inovações tecnológicas
e as transformações do carro. A repercussão da campanha digital com o humorista
e seu famoso bordão levou a fan page da marca no Facebook a ultrapassar a marca
de um milhão de fãs.
Nos grandes portais e em sites segmentados, a campanha
apresenta os features do Novo Fusca com um comentário do Mussum. Para reforçar
a potência do motor do carro com 200 cv, o humorista declara: “Cavalis pra
Cacildis!”. Quando o assunto é o câmbio Tiptronic, ele solta: “É
suavis, suavis!” E desta maneira vai destacando as principais
características de outros itens, como o volante multifuncional com shift
paddles, o acabamento esportivo do estofado e o sistema de navegação integrado
ao rádio touchscreen.
Essas brincadeiras com o humorista também estão disponíveis
na seção “Compartilha, Cacildis!”, do site do Novo Fusca
(www.novofusca.vw.com.br). As imagens e os comerciais da campanha podem ser
compartilhados nas redes sociais pelos usuários que usam o Facebook, Twitter ou
Google+.
Nas redes sociais, além de posts relacionados na fan page da
Volkswagen do Brasil, a marca aposta em formatos de impacto como a página de
saída (logout) do Facebook.Quando o usuário clicava em “Sair”, surgia
a imagem do Mussum com a frase: “Tá se pirulitando? Vai de Fusquis.”.
A peça causou grande repercussão e conquistou um recorde de acessos, sendo
considerada a peça de maior retorno em número de cliques da história do
Facebook no Brasil.
Os vídeos exibidos no YouTube também terão uma intervenção
na campanha do Novo Fusca: o modelo apresenta um comercial de apenas cinco
segundos para que as pessoas não tenham tempo de pular a peça. O letreiro
explica: Você não tem o trabalho de passar nem o comercial.
Outros formatos de banners propõem a interação do usuário.
Para mostrar a precisão do freio ABS, a peça traz o Fusca correndo e sugere que
a pessoa passe o mouse para que ele pare. Ao tocar a imagem com o cursor, o
carro para exatamente onde o usuário indicou. A campanha fará ainda
intervenções em portais com referências aos features e aos comerciais.
Campanha publicitária
do Novo Fusca
A Volkswagen do Brasil lançou no dia 25 de fevereiro a
campanha integrada do Novo Fusca. Criada pela AlmapBBDO, ela conta com dois
comerciais de 45″, nos quais o público é levado a São Paulo dos anos 70,
quando o Fusca era o único carro popular e o mais famoso do País. Nesta viagem
no tempo, os espectadores são apresentados ao modelo de 2013, o carro do
futuro. A campanha terá também mídia impressa, digital e ações diferenciadas e
inusitadas durante todo o ano.
Para os brasileiros, o Fusca é mais que um carro. É um
patrimônio emocional. É o modelo mais conhecido, querido e carismático do
Brasil. Ele reúne milhares de admiradores, fã-clubes e tem até um “dia
nacional”, comemorado em 20 de janeiro. E agora ele volta com suas
virtudes originais, numa versão descolada, ousada, tecnológica e esportiva.
Para destacar essa transformação, a Volkswagen do Brasil
reúne em sua campanha vários ícones brasileiros das últimas quatro décadas e
volta no tempo para apresentar as novidades do Novo Fusca aos curiosos
paulistanos em pleno Viaduto do Chá, no centro de São Paulo. A trilha dos
comerciais é “País Tropical”, de autoria de Jorge Ben Jor. Assim como
o Fusca, a música atravessou os anos mantendo-se entre as preferidas dos
brasileiros, além de citar o carro em sua letra.
Entre as pessoas que se admiram diante de um carro com
linhas e tecnologia totalmente desconhecidas na década de 70, estão o jogador
Rivellino e o comediante Mussum em cenas registradas na mesma época. No meio de
tantos contrastes, só uma pessoa parece tão moderna quanto o Novo Fusca: o
apresentador Cazé Peçanha, um representante do Brasil do século 21 e que
explica aos surpresos personagens o que significa cada item do modelo 2013. A
assinatura da campanha é “Novo Fusca. O carro voltou”.
Bastidores da
campanha do Novo Fusca
Reconstituir o Viaduto do Chá dos anos 70, lotado de
pedestres com trajes e carros da época circulando não foi exatamente uma tarefa
fácil. A produtora Paranoid BR, responsável pelos dois comerciais de lançamento
do Novo Fusca, realizou uma longa pesquisa em busca de cenas que mostrassem
como era a cidade naquela época. Foram duas semanas de trabalho antes das
filmagens, realizadas nos dias 18, 19 e 20 de novembro de 2012, com cerca de 60
figurantes devidamente vestidos a caráter. Carros e ônibus que cruzam o viaduto
são originais. Alguns personagens que se destacam nos filmes, porém, já tinham
naturalmente as características necessárias, como o cabeludo hippie que se
surpreende e confunde o significado da palavra “led”, do qual são
feitos os faróis do carro.
As cenas com Rivellino e com Mussum também foram
minuciosamente analisadas porque era preciso que eles estivessem em situações
que se adaptassem às dos comerciais. Rivellino, por exemplo, teria que estar
dando uma entrevista. Mussum tinha de estar falando da maneira engraçada que
ele criou e que se tornou famosa até hoje. Na pós-produção, alguns detalhes
tiveram que ser inseridos para completar a transformação do cenário. Um deles
foi o piso do Viaduto que, naquela época, era composto por milhares de mapas do
estado de São Paulo em pedras portuguesas, agora substituídas por um piso liso,
de cor escura.