Campanha de Meirelles vai ao TSE para tirar aliados de Alckmin

A campanha do presidenciável Henrique Meirelles ingressou nesta sexta-feira, 17, no TSE, com pedido que pode tirar de Geraldo Alckmin o apoio de sete partidos dos nove da sua coligação

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A Coluna apurou que alguns dos partidos aprovaram em suas convenções apenas a aliança com o PSDB, quando deveriam ter colocado na ata todas as nove siglas que apoiam Alckmin. As legendas foram PRB, PPS, DEM, PR, PP, PTB e Solidariedade.

O prazo para mudanças na ata das convenções se encerrou. Portanto, não há mais como fazer adendos.

Se o TSE aceitar a exclusão dos partidos, Alckmin terá diminuído seu tempo na TV, que hoje é o maior entre os candidatos, com 5 minutos e 33 segundos.

Além disso, se Alckmin perder o apoio do PP ele terá que escolher um vice de outra sigla. Hoje, sua vice é Ana Amélia (PP-RS).

O presidente do DEM, ACM Neto, que coordena a campanha de Alckmin, diz que vai rebater no TSE os argumentos da campanha de Meirelles. “Vamos contestar e desmoralizar o candidato do Temer”, disse.

Alckmin, inclusive, lamentou o pedido que a coligação de Meirelles fez ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para rejeitar a candidatura do tucano, alegando que as atas de seis partidos que compõem a aliança de Alckmin estão irregulares porque não exibem concordância com a participação de todos os partidos na coligação.

O tucano negou irregularidades e disse que o pedido da coligação de Meirelles é “tapetão puro”. “Eu estive em todas as convenções dos partidos e fui anunciado como candidato. Não tem o menor sentido fraudar a vontade do partido político”, disse.

Alckmin diz não ter não ter apoio de Temer e acrescenta: ‘ele nem gosta de mim’
O candidato a presidente Geraldo Alckmin (PSDB) negou neste sábado (18) que esteja sendo apoiado pelo presidente Michel Temer. “Não tem apoio nenhum. O Temer nem gosta de mim, principalmente depois que a bancada do PSDB na Câmara votou pela investigação contra ele”, disse o tucano.

Além disso, para Alckmin, o apoio de Temer a ele não faz sentido porque o partido do presidente, o MDB, tem candidato, o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles.

As declarações foram dadas após participação em evento do Partido Humanitário Nacional (PHN), em São Paulo.

  • Publicado: 29/01/2026
  • Alterado: 29/01/2026
  • Autor: 18/08/2018
  • Fonte: FERVER