Braskem combate soltura de balões

Com as festas juninas, empresa investe em medidas de conscientização

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A fim de prevenir possíveis acidentes com a queda de balões, a Braskem, maior petroquímica das Américas e líder mundial na produção de biopolímeros, em parceria com as empresas do Polo Petroquímico do Grande ABC, intensifica o monitoramento dos céus, com foco na captura de balões que ofereçam riscos às instalações industriais. O trabalho, realizado há 14 anos, tem alcançado bons resultados na redução dos incidentes.

Nos cinco primeiros meses desse ano, por exemplo, foram registradas 25 ocorrências de queda de balão no entorno do Polo, número 50% menor do que o registrado no mesmo período do ano passado. Com as festas juninas, entretanto, os registros de solturas de balões podem aumentar. Em 2014, 70% dos incidentes do ano ocorreram entre junho e agosto.

Por isso, a Braskem participa de campanhas de prevenção de acidentes especialmente voltada ao tema. “O objetivo é conscientizar a população – e principalmente os jovens e as crianças –, que a fabricação e a soltura de balões configuram crimes ambientais. Mostramos a importância de evitar esse tipo de atitude e o perigo que pode causar às empresas e à própria comunidade. Nossa expectativa é que as ocorrências diminuam gradativamente, mas ainda devemos ter atenção com potentes artefatos avistados neste ano”, explica Flávio Chantre, gerente de relações institucionais da Braskem.

Para conter os possíveis incidentes, são realizadas capacitações internas, com vigilância constante por meio das pessoas que trabalham nas fábricas do Polo. Quando um balão é avistado, as equipes são comunicadas da sua direção e local possível da sua queda. Nos casos em que o balão segue em direção a outras fábricas, as demais empresas são informadas via rádio transmissor do Plano de Auxílio Mútuo (PAM) para que se mantenham alertas, acompanhando a trajetória.

REGULAMENTAÇÃO
Segundo a Lei Nº 9.065 de 1998 sobre crimes ambientais, não somente soltar balões é crime, como também fabricar, vender ou transportar. A pena prevista é de multa ou detenção de um a três anos, ou ambas as penas cumulativamente. Qualquer denúncia sobre a soltura pode ser feita, anonimamente, através do número 181 ou pelo telefone 190 da Polícia Militar.

  • Publicado: 29/01/2026
  • Alterado: 29/01/2026
  • Autor: 30/06/2015
  • Fonte: FERVER