Brasil brilha nas olimpíadas de astronomia
Delegação brasileira conquista 14 medalhas nas competições internacional e latino-americana, reafirmando a excelência do país.
- Publicado: 13/02/2026
- Alterado: 06/10/2025
- Autor: Redação
- Fonte: Sorria!,
O talento de jovens estudantes brasileiros voltou a brilhar no cenário científico internacional. Na Olimpíada Internacional de Astronomia e Astronáutica (IOAA), o Brasil garantiu uma medalha de ouro, duas de prata, uma de bronze e uma menção honrosa. Já na Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA), a performance foi ainda mais dominante, com nove medalhas de ouro, uma de prata e diversos prêmios especiais.
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Destaques na competição mundial de Astronomia
Na IOAA, Luca Pimenta, de Valinhos (SP), subiu ao lugar mais alto do pódio, conquistando a medalha de ouro e os troféus de melhor prova em grupo e melhor prova observacional. A equipe brasileira contou ainda com as medalhas de prata de Franklin da Silva Costa, de Recife (PE), e Francisco Carluccio de Andrade, de Campinas (SP). Lucas Amaral Jensen, de Itapetininga (SP), levou o bronze, e Giovanna Karolinna Ribeiro de Queiroz, de São Paulo (SP), recebeu uma menção honrosa. Os professores Júlio César Klafke e Eduardo Henrique Camargo de Toledo lideraram o time.

Domínio no cenário latino-americano
A participação na OLAA foi marcada por uma chuva de medalhas de ouro. Os grandes vencedores foram: Felipe Maia Silva (Fortaleza, CE); Filipe Ya Hu Dai Lima (Fortaleza, CE); Lucas Praça Oliveira (Fortaleza, CE); Isabela Xavier de Miranda (Rio de Janeiro, RJ); Luís Fernando de Oliveira Souza (Cassilândia, MS); Eyke Cardoso de Souza Torres (Ourilândia do Norte, PA); Guilherme Waiandt Moraes (Fortaleza, CE); Gustavo Globig Farina (Fortaleza, CE); e Larissa França Souza (Goiânia, GO). A medalha de prata ficou com João Victor Evers Cordeiro (Fortaleza, CE).
Além das conquistas individuais, o Brasil se destacou nas provas em grupo, com Luís Fernando recebendo os prêmios de melhor prova de foguetes e melhor prova teórica. Gustavo Globig foi premiado pela melhor prova observacional e dividiu o prêmio de melhor prova teórica com Filipe Ya Hu Dai Lima. As equipes foram lideradas pelos professores Thiago Paulin Caraviello e Hugo Fares Menhem.
O caminho para competir
Para representar o Brasil na IOAA ou na OLAA, o primeiro passo é obter uma nota de destaque no nível 4 da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) no ano anterior. Os estudantes com melhor desempenho são convidados a participar de um rigoroso processo seletivo, que inclui treinamentos e provas online e presenciais.