Bolsonaro é submetido a nova cirurgia em Brasília por obstrução intestinal
Ex-presidente foi transferido de urgência após fortes dores abdominais; procedimento ocorre no hospital DF Star
- Publicado: 06/11/2025
- Alterado: 13/04/2025
- Autor: Redação
- Fonte: Live Nation
ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi submetido neste domingo (13) a uma cirurgia no hospital DF Star, em Brasília, para tratar uma obstrução intestinal. A informação foi confirmada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), aliado político próximo do ex-chefe do Executivo.
A internação de emergência ocorre seis anos após o atentado a faca sofrido por Bolsonaro em 2018, durante a campanha eleitoral, que causou múltiplos danos ao seu intestino e já demandou outras quatro cirurgias ao longo dos anos.
Transferência de helicóptero e sintomas intensos
Na sexta-feira (11), Bolsonaro foi levado de helicóptero para um hospital em Natal (RN), após relatar dores intensas e distensão abdominal severa. Ele estava no interior do estado para participar de um evento do PL, seu partido.
Nas redes sociais, o ex-presidente afirmou que “foi internado às pressas” e que este foi “o quadro mais grave desde o atentado que quase me tirou a vida”, segundo avaliação do médico Claudio Birolini.
Decisão de Michelle Bolsonaro e viagem em avião UTI
A decisão de transferir Bolsonaro para o hospital DF Star, em Brasília, partiu de sua esposa, Michelle Bolsonaro. Apesar de sugestões de aliados para que o tratamento ocorresse em São Paulo, ela optou por mantê-lo na capital federal.
Bolsonaro viajou em uma aeronave equipada com Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ele deixou o hospital em Natal andando, mas com ajuda: usava um tubo no nariz e foi amparado por dois homens, que seguravam sua camisa pelas costas.
Recuperação será em Brasília com acesso restrito
Durante o período de recuperação, Jair Bolsonaro deve permanecer em Brasília, acompanhado por Michelle e por seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A expectativa é de que o ex-presidente fique isolado, com acesso restrito a aliados e imprensa.
O caso reacende os alertas sobre a saúde do ex-presidente e reforça os cuidados médicos permanentes decorrentes das sequelas do atentado de 2018.