Balancê Cultural reúne cerca de duas mil pessoas no Chico Mendes

A popular canção Ô Abre Alas, de Chiquinha Gonzaga, entoou o início da sexta edição do Balancê Cultural de São Caetano do Sul, realizado no último domingo (23/2), no Espaço Verde Chico Mendes, no Bairro São José. Com um público rotativo estimado em duas mil pessoas, a já tradicional festa carnavalesca da cidade reuniu famílias […]

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A popular canção Ô Abre Alas, de Chiquinha Gonzaga, entoou o início da sexta edição do Balancê Cultural de São Caetano do Sul, realizado no último domingo (23/2), no Espaço Verde Chico Mendes, no Bairro São José. Com um público rotativo estimado em duas mil pessoas, a já tradicional festa carnavalesca da cidade reuniu famílias e relembrou os festejos da década passada. O prefeito Paulo Pinheiro, acompanhado da primeira-dama Graça Pinheiro, vereadores e secretários municipais também marcaram presença e prestigiaram o evento.

Criado pela Secretaria de Cultura da Prefeitura, o Balancê Cultural é um projeto que, desde 2009, tem o objetivo de resgatar as comemorações dos carnavais de rua dos velhos tempos. O titular da Pasta, Jander Cavalcanti de Lira, presente na atividade, destacou a importância de trazer novamente o clima familiar para o festejo. “Queremos proporcionar aos moradores uma festa onde todos possam aproveitar o melhor do carnaval de maneira segura, para que não percam a chance de se divertir.”

ATRAÇÕES – Este ano, o forte calor contribuiu para o sucesso do Balancê e, ao som de antigas marchinhas interpretadas por Ivanny Barretto, Gil Marques e a Banda 28 de Julho, os moradores puderam aproveitar e se divertir, munidos de confetes e serpentinas. No evento, o cantor Bruno Batistta também subiu ao palco acompanhado da Banda Sereno nas Costas com um repertório especial de sucessos do carnaval baiano. O encerramento do Balancê ficou por conta da participação da Escola de Samba Imperador do Ipiranga, que apresentou seu primeiro casal de mestre sala e porta bandeira e colocou todo mundo pra sambar no asfalto do parque.

Ana Rosa Guarnieri, moradora do Bairro Cerâmica, foi pelo segundo ano à atividade, acompanhada da neta Pietra, que exibia uma fantasia de princesa. “Essa iniciativa fez com que minha neta, de apenas cinco anos, brincasse o carnaval da mesma maneira que eu fazia quando moça. Aproveitávamos muito a festa.”

DIVERSÃO – A movimentação na oficina para confecção de máscaras e adereços, oferecida pelo Sesc São Caetano, foi intensa. Nela, as crianças tiveram a oportunidade de criar as peças detalhadas com lantejoulas, glitter e penas, de acordo com preferência e estilo.

Para a funcionária pública Eliana Reis, a oportunidade de confeccionar o adereço junto com suas filhas foi única. “Viemos curtir o parque e estávamos despreparadas para festa. Fizemos lindas máscaras e ficamos empolgadas para curtir o carnaval. É gratificante ver minhas filhas se divertindo dessa maneira. Perderam até a vergonha.”

  • Publicado: 29/01/2026
  • Alterado: 29/01/2026
  • Autor: 24/02/2014
  • Fonte: FERVER