Aluna do Fundo Social é destaque em revista de artesanato

Benier Vaz Silva, moradora de São Caetano, ilustra a publicação “Cartonagem” da Editora Casa Dois

Crédito:

Das salas de artesanato do Fundo Social de Solidariedade de São Caetano do Sul diretamente para a revista Arte com as Mãos: Cartonagem. Esse foi o caminho percorrido por Benier Vaz Silva, moradora do Bairro Santa Paula, aluna dedicada do Fundo Social de Solidariedade, que neste mês ilustra a publicação da Editora Casa Dois – à venda nas bancas – onde ensina aos leitores o passo a passo da confecção de itens artesanais como bolsas, porta-retratos, porta-joias, entre outros.

 “O Fundo Social é a base para todos os que querem aprender. Lá temos professores excelentes, um clima extremamente acolhedor e base para poder desenvolver trabalhos em diversas técnicas. E o melhor, é tudo gratuito”, revela Benier. “Venho para cá todos os semestres e, em três anos, já cursei apliqué, biscuit, artesanato em cabaça e bolsa. Atualmente, participo da capacitação em apliqué em EVA. São técnicas diferentes, que sempre escolho para aprimorar e diversificar minha qualidade profissional”, conta a aluna.

Segundo Benier, a paixão pela arte vem da influência familiar. “Via minha mãe bordando, fazendo crochê e costurando. Comecei com o artesanato por hobby, mas quero um dia poder tê-lo como fonte de renda. Hoje presenteio amigos e familiares com o que produzo e isso, além de ser gratificante, é uma divulgação para atrair mais encomendas.”

Para Graça Pinheiro, presidente do Fundo Social, Benier é motivo de orgulho para a entidade. “Alunas como ela nos motivam a buscar sempre o melhor caminho. Fico surpresa quando vejo o resultado das aulas e, muitas vezes, tenho a impressão de que todos já são profissionais da área”, comenta. “Temos a missão de ajudar o próximo a vencer. Por isso, queremos sempre ter novos parceiros, oferecer aulas com materiais de qualidade e proporcionar que todos tenham sucesso, assim como Benier”, completa Graça.

 “Acredito que o trabalho do artesão ainda é desvalorizado em nosso país, porém não desanimo. Quero um dia ter meu ateliê e, quem sabe, também não me torno professora do Fundo Social e retribuo minha gratidão podendo ajudar outras pessoas, assim como aconteceu comigo”, declara a artesã.

Os trabalhos de Benier também estão expostos em sua página Eu que fiz Artesanato Geral no Facebook (facebook.com/euquefizartesanatogeral), onde são recebidas encomendas, e na Casa do Artesão (Rua Pará, 88, Centro).

  • Publicado: 29/01/2026
  • Alterado: 29/01/2026
  • Autor: 07/05/2014
  • Fonte: FERVER