Alckmin diz que reajuste nas passagens buscou equilíbrio entre empresa e usuário
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse que o reajuste nas passagens integradas do transporte público tentou manter o equilíbrio entre as necessidades das empresas e dos usuários
- Publicado: 29/01/2026
- Alterado: 15/08/2023
- Autor: Redação
- Fonte: FERVER
“Foi feito um trabalho bastante criterioso. De um lado procurando não onerar o usuário, de outro lado, a saúde financeira das empresas. Precisa expandir o metrô e os trens”, explicou após participar da assinatura de um acordo que garantiu um aporte de R$ 97,2 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento para o Instituto Butantan.
As passagens unitárias dos ônibus, trens e metrôs da capital paulista não foram reajustadas. A manutenção do valor dos bilhetes era uma promessa de campanha do prefeito João Doria. O transporte sobre trilhos, no entanto, fica sob responsabilidade do governo estadual. Ao passar de um modal para outro, o usuário do Bilhete Único, cartão magnético recarregável, tem um desconto.
A passagem única está em R$ 3,80 na capital. Ao passar do ônibus para o metrô ou trem metropolitano, ou vice-versa, o usuário pagava um total de R$ 5,92. Com o aumento, quem precisar pegar dois tipos de condução passará a pagar um total de R$ 7,60.
Apesar do aumento, Alckmin disse que o sistema continua vantajoso. “O bilhete único integrado tem um grande desconto. Se você somar R$ 3,80 com mais R$ 3,80 dá R$ 7,60. O bilhete é R$ 6,80, você tem um grande estímulo ainda”, destacou. O governador comparou os valores pagos pelo passageiro paulistano a outras cidades. “No Rio de Janeiro o bilhete é R$ 8. Se você pegar as cidades no entorno de São Paulo o mínimo é R$ 4”, exemplificou.
O governador também disse que foram mantidas as gratuidades para os estudantes da educação básica, os universitários de baixa renda e os idosos.