Agência e FEI dialogam sobre integração empresas-universidades
Os benefícios da integração entre universidades e empresas foi pauta de reunião realizada na manhã da sexta-feira, dia 06, entre a Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC e a FEI (Faculdade de Engenharia Industrial). A vice – reitora de Extensão e Atividades Comunitárias do Centro Universitário de São Bernardo, Profª Dr.ª Rivana Basso Fabbri […]
- Publicado: 13/02/2026
- Alterado: 09/02/2015
- Autor: Redação
- Fonte: Sorria!,
Os benefícios da integração entre universidades e empresas foi pauta de reunião realizada na manhã da sexta-feira, dia 06, entre a Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC e a FEI (Faculdade de Engenharia Industrial). A vice – reitora de Extensão e Atividades Comunitárias do Centro Universitário de São Bernardo, Profª Dr.ª Rivana Basso Fabbri Marino, e o diretor do Instituto de Pesquisas e Estudos Industriais, Profº Dr. Vagner Barbeta, receberam o secretário executivo da Agência, Giovanni Rocco, e equipe técnica da entidade para falar sobre o fortalecimento dessa parceria.
“Essa integração gera boas oportunidades, por integrar o desenvolvimento da empresa com a pesquisa da universidade. Isso traz experiências de trabalho muito enriquecedoras e desperta no aluno o interesse pela pesquisa aplicada, que tem ganho positivo. Precisamos da pesquisa cientifica com olhar nas demandas da sociedade. A indústria, por outro lado, é obrigada a trabalhar com agenda. A gente (universidade) tem um pouco mais de liberdade de experimentar. Prazo não é o nosso grande gargalo, o que dá a oportunidade de alguns desenvolvimentos além do que a rotina de uma indústria permite. Por isso acredito que os dois parceiros ganham muito”, opinou a Profª Dr.ª Rivana.
Durante a reunião, experiências do diálogo da Agência com empresários, para o levantamento de demandas, foram apresentadas, bem como ações e eventos realizados na FEI para partilhar o conhecimento e as ideias desenvolvidas no âmbito acadêmico. “Temos grande quantidade de projetos desenvolvidos e não conseguimos dar vazão a todos eles. O investimento da universidade se perde, com protótipos que algumas vezes acabam sucateados”, explicou Vagner Barbeta.
Para Giovanni Rocco, a aproximação entre universidades e empresas, tendo a Agência como apoio na interlocução, poderá contribuir para aproveitar esses projetos e atender a demanda do mercado. “Orientamos empresários sobre potencial de investimento em inovação e modernização e auxiliamos no processo de captação de recursos. Dentro dessa linha, com a Agência a todo o vapor, queremos encontrar a forma de conectar as empresas ao universo acadêmico e todo seu potencial estocado de projetos”, disse o secretário executivo da entidade.