Aeroportos do Brasil quebram recorde em 2025
Em 2025, aeroportos brasileiros transportaram quase 130 milhões de passageiros
- Publicado: 03/02/2026
- Alterado: 20/01/2026
- Autor: Redação
- Fonte: Michel Teló
Os aeroportos do Brasil alcançaram um marco significativo em 2025, com a movimentação de quase 130 milhões de passageiros, conforme os dados publicados na última segunda-feira (19) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Este desempenho marca a primeira vez que o setor ultrapassa a marca de 120 milhões de passageiros transportados em um único ano.
Aeroportos brasileiros batem recorde com quase 130 milhões de passageiros em 2025
No ano anterior, foram contabilizados 129,6 milhões de passageiros nos aeroportos, dos quais 101,2 milhões foram no mercado interno. Essa cifra representa um crescimento expressivo de 9,4% em comparação ao total registrado em 2024.
O segmento internacional também demonstrou um crescimento robusto, com 28,4 milhões de passageiros transportados, o que indica um aumento de 13,4% em relação a 2024, que até então detinha o recorde anterior de movimentação internacional com 25 milhões de passageiros.
A Anac destacou que tanto a demanda quanto a oferta no setor apresentaram avanços significativos no ano passado. A soma da demanda nos mercados doméstico e internacional cresceu 11,3%, enquanto a oferta teve um aumento de 10,2%.
Quando analisadas as categorias separadamente, o mercado doméstico registrou crescimento na demanda de 10,6% e na oferta de 8,5%. Por sua vez, os segmentos internacionais observaram altas na demanda e oferta de 11,7% e 11,3%, respectivamente.
Em dezembro de 2025, o transporte no mercado interno alcançou a marca de 9,1 milhões de passageiros, representando uma elevação de 9,2% em relação ao mesmo mês do ano anterior. No âmbito internacional, foram transportados 2,6 milhões de passageiros, um crescimento considerável de 10,7% comparado a dezembro de 2024.
Os dados também revelaram que a demanda e oferta domésticas cresceram 10,6% e 8,4%, respectivamente. Já no mercado internacional, as taxas aumentaram em 9,7% para a demanda e em 7,9% para a oferta.