23ª Bienal Internacional do Livro 2014
O evento que aconteceu de 22 a 31 de agosto de 2014, no Pavilhão de Exposição Anhembi em São Paulo, agradou a todos os públicos
- Publicado: 29/01/2026
- Alterado: 03/09/2014
- Autor: Redação
- Fonte: FERVER
O evento teve como intenção aproximar o público da leitura e dos livros, através da música, gastronomia, artes plásticas e teatro. Com uma programação variada durante todos os dias os fãs puderam se aproximar de várias maneiras possíveis de seus ídolos e dos livros.
O lugar não era apenas para os adultos e para os adolescentes, a Bienal também deu espaço para as crianças. Com espaços voltados para elas, as crianças puderam aproveitar a variedade de livros presentes estimulando a leitura.
Para os fãs da escritora Cassandra Clare que compareceu nos dias 23 e 24, autora do livro “Instrumentos Mortais” que já possui uma adaptação para o cinema, foi realizado um bate bato sobre sua carreira além de uma seção de autógrafos.
Mauricio de Sousa esteve na Bienal com “50 anos da Turma da Mônica”, nos dias 25, 29, 30 e 31 fazendo sessões de autógrafos, para todos que cresceram e aprenderam com seus quadrinhos a ler.
Bruna Viera uma blogueira da página oficial do blog “Depois dos quinze”, também esteve presente no dia 29, autora dos livros “Depois dos Quinze”, “De volta aos Quinze”, e “A menina que colecionava borboletas”, esteve lá para autografar um dos seus livros, causando histeria entre as adolescentes.
Os gêmeos Fábio Moon e Gabriel Bá de “Daytripper”, que ganharam o Prêmio Eisner, que é considerado o Oscar dos quadrinhos, também estavam no evento no dia 29. Os fãs puderam tirar uma foto ao lado dos gêmeos e ganhar um autógrafo.
Um dos espaços mais famosos da Bienal era a editora Rocco, editora dos famosos livros, “Harry Potter”, “Divergente”, “Jogos Vorazes” e “As vantagens de ser invisível”, entre outros, que estavam com um desconto em todos os livros de 20%. O espaço da Saraiva também era um dos lugares lotados, além da editora Intrínseca por conta dos livros famosos como, “A culpa é das estrelas”, “Eu me chamo Antonio”.
E espalhados pelo espaço, estavam peças da “Mônica Parade” em exposição. No espaço Panini com cores bem diferentes das que estamos acostumados, o nome da obra era “Monica na belle époque” do artista Maramgoní.
A Bienal do Livro foi sem dúvida uma ótima oportunidade para quem gosta de ler, além de ser um incentivo para começar uma leitura com um bom livro. Por isso Bienal é diversão, cultura e interatividade. Tudo junto e misturado.